Ouço, recebo, leio, vejo, vivo e compartilho: Textos bíblicos, vídeos, mensagens, testemunhos, reflexões e estudos de vários autores, e muito mais da Palavra de Deus, para a minha e para a sua edificação espiritual...



terça-feira, 7 de maio de 2013

DEUS ESTÁ IRADO!


 Deus é amor, mas ele também é santo. 

 Deus é benigno, mas ele também manifesta sua ira contra o pecado.
 Poucos pregadores ousam falar sobre a ira de Deus. Mas a Bíbia fala e fala com veemência.
 Deus é santo e como tal, não pode deleitar-se no mal.
 Deus é justo e como tal, não pode fazer vistas grossas ao pecado.
 O caráter de Deus exige que ele fique irado contra tudo aquilo que é contrário à sua santidade.
 A Bíblia diz: "A ira de Deus revela-se do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade..." (Rm 1.18). 
 Deus não pode aplaudir aquilo que ele abomina. 
 Deus está irado com o assassinato de milhões de crianças no patíbulo do ventre materno. 
 Deus está irado com a inversão de valores morais que estimula o relacionamento sexual entre homens e homens e entre mulheres e mulheres.
 Deus está irado com a injustiça que campeia nos tribunais.
 Deus está irado contra a idolatria que leva o povo a venerar um ídolo feito pelas mãos humanas. 
 Deus está irado contra os que sonegam sua Palavra ao povo e oferecem no lugar o caldo mortífero das heresias.
 Deus está irado com a hipocrisia daqueles que se dizem salvos, mas vivem como se Deus não existisse.
 Se entendêssemos de fato quem é Deus, deveríamos nos curvar quebrantados e arrependidos aos seus pés, a fim de recebermos dele perdão e restauração.


Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 27 de março de 2013

A PÁSCOA VERDADEIRA



Dificilmente, nesses últimos dias, alguém pode dizer que não tomou contato com a comemoração da Páscoa ou com algum assunto ou fato relacionado com essa celebração.
Do chamado feriadão da Páscoa aos populares ovos de chocolate encontrados em cada esquina ou porta de comércio, dos presentes, que o comércio procura incentivar as trocas e das celebrações litúrgicas da Paixão e Ressurreição de Cristo, tudo nessa época parece estar ligado à Páscoa.
Porém, poucos sabem  ou se lembram do verdadeiro significado e origem desta celebração; se a festa é genuinamente cristã ou apenas recepcionada pela cristandade, havendo quem não faça sequer referência religiosa a esta tão célebre festividade.
A celebração da Páscoa tem sua origem no povo judeu antigo, quando para marcar um dos acontecimentos mais significativos de sua existência, instituiu-se um ritual cuja finalidade era trazer à memória deste povo este importante evento de sua história, há aproximadamente 1230 anos a.C.
Originalmente, a festa da Páscoa era tratada como uma celebração individual, porém, com o passar do tempo passou a ser observada em combinação com a Festa dos Pães Asmos, dada a coincidência das datas de comemoração e significados, ambos relacionados a partida do povo judeu para do Egito.
Deixando, portanto, de lado os ovos de chocolate, os presentes, o comércio e tantas outras tradições estranhas à verdadeira Páscoa, busquemos na Bíblia aspectos fundamentais que nos forneçam informações seguras sobre a origem, a prática, o sentido e as implicações desta celebração para a cristandade.
Tanto a Páscoa quanto a Festa dos Pães Asmos segundo a narrativa bíblica, foram concebidos por Deus. Em Êxodo 12, vemos que não houve qualquer participação humana na instituição do rito.
A Páscoa é, portanto, projeto de Deus.
Segundo Êxodo  12 e 13 e Deuteronômio 13 e 16, vemos claramente, que a Páscoa está ligada aos atos libertadores de Deus em relação ao povo de Israel então em cativeiro no Egito. Três idéias podem ser destacadas sobre o sentido verdadeiro e original da Páscoa:
Libertação do povo de Deus (Israel) do cativeiro de 430 anos em terras do Egito (Ex. 12:40-42; 23:15 e Deut. 116:1).
Libertação do povo da aflição sofrida no Egito (Deut. 16:1-3).
Libertação do povo de Deus da ação do Anjo Destruidor que matou a todos os primogênitos do Egito (Ex. 12:27).
Todos os israelitas estavam obrigados a participação dos rituais da Páscoa e dos Pães Asmos sob pena de morte, excluídos da prática os estrangeiros e assalariados não circuncidados. A prática deveria ser observada anualmente.
Combinada com celebração dos Pães Asmos, o ritual era realizado anualmente no 1º mês – (Abibe/Nisan) a partir do dia 14, que coincidia com a primeira lua cheia da primavera e durava até o dia 21 do mesmo mês.
Cronologia da Páscoa judaica:
Dia 10 – Compra/separação do Cordeiro Pascal
Dia 14 – À tarde – imolação do Cordeiro.
Dia 15 – Nas primeiras horas, início do banquete familiar quando era servido o Cordeiro, os pães asmos e as ervas amargas. (Era a Reunião religiosa inicial).
Dias 15/21 – Festa dos Pães Asmos, marcada pela abstinência de fermento, consumo de Pães Asmos e sacrifícios em todos os dias.
Dia 21 – Reunião religiosa final.
Os Ingredientes da Páscoa
O Cordeiro (bode ou cabrito) macho/de um ano/sem defeito, separado 4 dias antes. devia ser servido assado – não cru ou cozido – nenhum osso poderia ser quebrado.
O sangue do cordeiro deveria ser usado para marcar vergas e umbrais das portas de cada casa.
A porção servida deveria ser de um cordeiro para cada família ou grupo de família (10 a 20 pessoas).
O cordeiro deveria ser totalmente comido até a manhã seguinte.  Eventual sobra deveria ser queimada no fogo, não podendo ser levada para fora da casa. Não se podia sair de casa a noite.
As ervas amargas simbolizavam os sofrimentos e dificuldade do povo no cativeiro.
Os pães asmos ou ázimos, pão sem fermento, chamado de “pão da miséria e da aflição” não podia ser consumido nem possuído fermento nas casas, do dia 14 até o dia 21, sob pena de morte.
Lembrava que na noite da saída do Egito não houve tempo para levedar as massas para os pães, pois o povo saiu “às pressas”.
 A Páscoa e o Cristianismo
A Páscoa, instituída por Deus para fazer memória dos seus atos salvíficos na história do povo de Israel, no início foi uma festa familiar, presidida pelo pai de família, porém com o passar do tempo tornou-se uma celebração litúrgica oficial realizada exclusivamente no templo em Jerusalém e afinal, com o advento do cristianismo foi incorporada pela cristandade como uma celebração que aponta e memoriza a ação libertadora de Cristo para o seu Novo Israel, a Igreja de Cristo – ação libertadora da morte e do pecado, assumindo cada ingrediente tradicional do rito um sentido próprio e atualizado.
Os pães asmos e as ervas amargas – lembra-nos que éramos escravos do mundo e do senhor do mundo – éramos alienados e estrangeiros, mas Deus liberta definitivamente de nossas aflições e sofrimento.
O Cordeiro Pascal – Jesus Cristo é identificado como o cordeiro pascal, cujo sangue derramado livra-nos da morte e abre-nos caminho, para a saída definitiva, da terra da servidão para a liberdade (Jo. 1:29; I Cor. 5:7 e I Pedro 1:19)
Conclusão
A Páscoa antiga marcou a libertação do povo de Deus do Velho Testamento, de sua aflição e escravidão no Egito, da mesma forma que a celebração atual marca as ações libertadoras de Deus – através de Seu Filho, Jesus, com sua Paixão, Morte e Ressurreição – livrando-nos do sofrimento, da escravidão e da morte.

Rev. Luiz Pereira de Souza
Igreja Presbiteriana Independente de Vila Carrão

domingo, 17 de março de 2013

A Figueira Infrutífera



"Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha; e indo procurar fruto nela, não o achou. Disse então ao viticultor: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho; corta-a; para que ocupa ela ainda a terra inutilmente? Respondeu-lhe ele: Senhor, deixa-a este ano ainda, até que eu cave em derredor, e lhe deite estrume; e se no futuro der fruto, bem; mas, se não, corta-la-ás" (Lc.13.6-9).
Esta parábola começa com algo estranho: "uma figueira no meio da vinha". Vinha é uma plantação de videiras. Por quê haveria ali uma figueira? Por uma concessão e propósito do proprietário.
Neste texto, como em outras passagens bíblicas, o ser humano é comparado a uma árvore.
O dono da vinha é Deus, o Pai. Se estamos no meio da vinha do Senhor, é apenas por sua graça e amor. Não temos a natureza e a qualidade correspondentes à santidade divina, mas vivemos pela misericórdia. Nunca deveríamos fazer exigências diante de Deus com base em direitos ou méritos. Reconheçamos a graça e sejamos gratos.
Todo cultivo representa investimento e tem um propósito. Nesse caso, o objetivo era a frutificação. O Senhor tem expectativas ao nosso respeito. Ele fez grande investimento em nossas vidas e o maior deles foi o sangue precioso derramado no Calvário. Além disso, ele nos deu o seu Santo Espírito e dons e ministérios.
Os frutos são resultados esperados. O problema é que a expectativa de Deus é, geralmente, diferente da nossa, assim como pais e filhos têm, quase sempre, diferentes desejos e planos. Os pais se preocupam com a saúde, o caráter, a formação educacional e profissional do filho, mas ele, sendo uma criança, talvez queira apenas um brinquedo novo. O que temos desejado, planejado e realizado? Quais têm sido nossas prioridades?
O texto fala sobre um tempo de avaliação. Quando chegamos ao final de cada ano, fazemos avaliações. Aqueles a quem Jesus se dirigia tinham a tendência de avaliar os outros (Lc.13.1-5), mas precisamos fazer o auto-exame (ICo.11.28). Quando o fazemos, é possível que nos gloriemos de muitos resultados que talvez não sejam os que Deus deseja.
Uma figueira pode ser alta, forte, bonita, com folhagem exuberante e até flores, mas, se não tiver fruto, não estará cumprindo sua missão. Todas essas características são boas, porém insuficientes. O bom não substitui o melhor. Afinal de contas, para quê servimos nós? Para produzirmos sombra? Somos enfeites? Nossa madeira terá alguma utilidade? Nossas folhas servirão como vestimentas? (Gn.3.7). O que o Senhor procura em nós é o fruto. Muitos objetos podem produzir sombra, mas a figueira existe para produzir figos.
Podemos ter alcançado tantas coisas nesta vida: dinheiro, bens, posições, cargos, títulos e, ainda assim, não termos produzido fruto.
Quando Jesus voltar, muitos apresentarão um relatório diante dele, dizendo: Senhor, em teu nome nós profetizamos, expulsamos demônios, fizemos sinais e maravilhas. Então, ele lhes dirá: Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade (Mt.7).
Desta passagem bíblica, entendemos que o exercício dos dons espirituais não é fruto diante de Deus. Tanto é assim que, nos escritos de Paulo, os dons (ICo.12) estão separados do fruto do Espírito (Gal.5.22). Podemos trabalhar muito e não produzir o que Deus espera de nós, assim como Marta trabalhava, mas não agradava ao Mestre (Lc.10.40).
O que seria então o fruto? O antônimo da iniquidade. Não é apenas evitar o pecado, mas fazer algo positivo em seu lugar. "Cessai de fazer o mal e aprendei a fazer o bem..." (Is.1.16-17). O fruto do Espírito é o contrário das obras da carne (Gal.5.16-22). Podemos resumi-lo em duas palavras: santificação e amor. A santificação combate o pecado. O amor não nos deixa inativos, mas nos faz produzir.
Outra forma de definir o fruto é "aquilo que fazemos de bom por outras pessoas". O que eu fizer por mim mesmo não vale como fruto. Nenhuma árvore produz fruto para si mesma. Podemos comer e beber do melhor todos os dias, mas nada disso supera o valor de um copo d'água dado ao sedento (Mt.10.42).
Naquela parábola, o dono da vinha veio procurar o fruto e, não o achando, ficou decepcionado. A figueira é um símbolo de Israel e representava diretamente aqueles judeus aos quais Jesus contou a parábola. Em última instância, ela nos representa também, pois Deus tem a mesma expectativa a nosso respeito.
Não tendo achado o fruto almejado, o Senhor mandou cortar a figueira. Temos neste ponto a manifestação da justiça divina. Em seguida, ocorre a intercessão. O viticultor parece representar o Senhor Jesus, que é nosso advogado diante do Pai (IJo.2.1). Personificando o amor divino, ele clama: "Senhor, deixa-a mais este ano". Então, a execução judicial foi adiada.
Cada dia das nossas vidas é uma nova oportunidade. Se estamos ainda nesta terra, é porque não fomos cortados. Ainda podemos frutificar.
O viticultor se prontificou a cuidar da figueira, cavando em volta e adubando. O Senhor ainda se propõe a investir mais em nós. O processo pode ser difícil. Cavar em volta pode ser um procedimento incômodo que vêm romper com a dureza do solo e expor o que está oculto. O adubo pode não ser agradável, mas é necessário. Precisamos aprender com as coisas ruins que nos sobrevêm.
Que Deus nos ajude a reconhecer tais processos em nossas vidas, de tal maneira que não venhamos a rejeitar a divina intervenção.
A figueira ganhou tempo, mas uma nova avaliação já está marcada. O juízo final se aproxima. Precisamos frutificar enquanto Deus nos permite.
Jesus disse àqueles homens: "Se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis" (Lc.13.5). O arrependimento é o primeiro fruto que o Senhor procura. Este foi o tema da pregação de João Batista e também do Senhor Jesus ao iniciar o seu ministério.
Arrependimento é conscientização, desejo, decisão e mudança. Que Deus nos ajude para que possamos produzir os frutos que ele procura em nós.

Autor: Pr.Anísio Renato de Andrade
www.anisiorenato.com

REINA EM MIM - VINEYARD

Gosto muitíssimo das letras e músicas do Ministério Vineyard. Neste vídeo está uma delas.

domingo, 9 de dezembro de 2012

CONTA AS BÊNÇÃOS


Muitos de nós, cristãos, não tomamos consciência do quanto Deus faz por nós todos os dias, a todo momento, simplesmente porque ainda não começamos a contar nossas bênçãos. As bênçãos de Deus sobre nós aumentam quando somos reconhecidos e gratos.
Embora atitude mental seja algo importante o tempo todo, ela é de suma importância em dois momentos do dia: quando nos deitamos para dormir e quando nos levantamos, ao acordar pela manhã. É muito importante orar com gratidão e “em tudo dar graças”, assim como ler as Escrituras à noite. Embora possa ser difícil, a hora estratégica  para dar graças é fazê-lo em primeiro lugar, pela manhã. Um neurocirurgião americano afirma que “o período mais importante do nosso dia são os primeiros trinta minutos após o despertar. O que pensamos durante esse tempo estabelece nosso padrão emocional para o resto do dia.” Isso se aplica particularmente aos madrugadores, pessoas que ficam sonolentas à noite, mas se levantam refeitas e bem despertas pela manhã. Os notívagos, pelo contrário, geralmente não se sentem bem dispostos no início do dia. De qualquer forma, as palavras do neurocirurgião mostram a importância da oração de agradecimento para iniciarmos nosso dia. O salmista nos ajuda, quando diz: “Esse é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele.” (Sl 118.24). Depois de iniciarmos nosso dia louvando aquele que nos criou, entreguemo-nos novamente a Ele, conforme diz Romanos 6.11-13, dizendo-lhe que estamos dispostos a partilhar nossa fé com os que Ele nos enviar. Entreguemos nossos lábios ao Espírito Santo e deixemos que Ele dirija a conversa. Andemos no Espírito e produziremos frutos para Deus. No momento em que sentirmos que entristecemos o Espírito Santo de Deus, confessemos o nosso pecado e peçamos o Seu perdão e a Sua plenitude. Se conseguirmos seguir estes passos, teremos nosso temperamento realmente transformado pelo poder que em nós estará operando, o poder do Espírito Santo.

Extraido do livro Temperamentos Transformados, 
de Tim LaHaye

Ao postar este texto, não pretendo fazer apologia ao poder da confissão positiva, poder da mente ou coisas do gênero. Apenas refletir sobre o fato de que tudo que temos vem de Deus. Todos os dias somos abençoados pela sua misericórdia e fidelidade (Lm 3.22-23). Sua palavra nos diz que tudo contribui juntamente para o nosso bem, segundo o Seu propósito (Rm 8.28). Todas as coisas, não apenas aquelas que consideramos boas, na nossa visão limitada. Sendo assim, precisamos aprender a ser gratos em todo tempo e por todas as coisas, ou como nos orienta Paulo, em 1 Ts 5.18 "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco". Penso que a melhor maneira de nos tornarmos crentes reconhecidos e não murmuradores, é criarmos o hábito, com disciplina, de todos os dias separar esse tempo para agradecer pelas bênçãos diárias. Estamos, alguns de nós, sempre dispostos a buscar Deus para pedir, mas infelizmente só lembramos de agradecer quando nos acontecem milagres sobrenaturais, quando todos os nossos dias estão repleto de milagres e bênçãos que muitas vezes nem sequer nos damos conta.

As Muitas Bençãos
Hinário Novo Cântico
(J. Oatman Jr. – E. R. Smart)
Se da vida as vagas procelosas são,
Se com desalento julgas tudo vão
Conta as muitas bênçãos, dize-as duma vez,
E verás surpreso quanto Deus já fez.
Conta as bênçãos, conta quantas são.
Recebidas da divina mão.
Uma a uma, dize-as de uma vez,
Hás de ver surpreso quanto Deus já fez.
Tens acaso mágoas, triste é teu lidar?
É a cruz pesada que tens de levar ?
Conta as muitas bênçãos! Logo exultarás,
E fortalecido, tudo vencerás!.
Quando vires outros com seu ouro e bens,
Lembra que tesouros prometidos tens
Nunca os bens da terra poderão comprar,
A mansão celeste que vais habitar..
Seja o teu combate longo ou breve aqui,
Não te desanimes, Deus será por ti!
Seu divino auxílio, minorando o mal,
Te dará consolo e galardão final.


domingo, 11 de novembro de 2012

UM TAPINHA NO TRASEIRO



O reino de Judá, no Antigo Testamento, precisava de um tapinha no traseiro, um beliscão no braço, um cascudo na cabeça. Eles haviam se rebelado contra Deus, pelo que Deus os julgou sumária e diretamente, por meio do profeta Isaias e de nações estrangeiras.
Eles mereciam ser repreendidos e punidos, mas Deus, na sua sabedoria infinita e didática, simplesmente abriu os olhos deles.
“A visão de vocês é curta demais por causa do seu sofrimento”, Ele disse. “Vocês focalizam o que não tem – não tem uma nação, não tem unidade, não tem exército. Deixem isso para lá!
Estendam suas tendas um pouco e vivam como se tivessem tudo isso, porque vocês têm! Vocês têm minha profecia de uma nação poderosa. Vocês têm meu amor imorredouro. Meu perdão. Meu poder. Vocês me têm a mim!”
Há dias em quando eu preciso de uma visão dessas. Fico facilmente cansada. E, quando me canso, quero me recolher às “tendas“ da piedade, da frustração e da raiva. Minhas pequenas tendas são confortáveis. Embora escuras e acanhadas sinto algum conforto nelas.
Mas não por muito tempo. Deus me diz em Isaias 54.5 que o meu Criador é  meu marido, e Ele deseja minha companhia sob uma tenda maior para que eu possa expandir o Seu reino com Ele. E conforme faço isso, encontro a brisa fresca de novas forças para lidar com minha autopiedade, frustração e raiva. E sou renovada.

Autora: Joni Eareckson Tada

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Ashbel Green Simonton


  Simonton nasceu em West Hanover, estado da Pensilvânia, nos EUA, sendo o nono e último filho de um conceituado médico, deputado federal e devoto cristão. Ao batizarem o filho, os pais o dedicaram a Deus e ao ministério do evangelho. Sendo muito honesto consigo mesmo, não se sentia um bom cristão.
No seu diário, transcrito em parte no livro “Simonton”, podemos ver sua luta interna. Aos 22 anos, sentiu uma necessidade de buscar seriamente a Deus pela oração e cuidadosamente leitura da Bíblia. Fez então sua pública profissão de fé e seguiu para o seminário de Princeton. Durante o curso, a idéia de ser missionário não o deixava em paz, até que escreveu à junta de missões se oferecendo para trabalho no Brasil.
Depois de 54 dias num barco a vela, Simonton entrou na baía de Guanabara. Era agosto de 1859. Diz o seu diário: “É difícil descrever as emoções com que saudei esses píncaros elevados (o Pão de Açúcar e Corcovado). O sentimento predominante é de alegria, pela conclusão feliz da longa jornada, aliado ao temor da grande responsabilidade e dos problemas dos trabalho que me espera”.
A primeira tarefa a que se dedicou de corpo e alma foi a de aprender a língua portuguesa. Procurava conversar tanto com adultos como crianças, sempre estudando e se aprimorando, até que dominou o português tanto na fala como na escrita. Este fato muito contribuiu para o sucesso do jornal “Imprensa Evangélica”, cujo primeiro número foi publicado em novembro de 1864.
Entre as metas cardinais para a implantação do reino de Jesus Cristo no Brasil, Simonton realçava a importância de literatura evangélica. “A Bíblia, e também livros e folhetos evangélicos, devem inundar o Brasil. É impossível envolver um país tão vasto sem o auxílio da palavra impressa “. Muitos liam e reliam a “Imprensa Evangélica”, na qual Simonton publicava editoriais e seus sermões, além de contribuições de outros. Passados muitos anos, ainda havia um crente chamado Juca, que morava no Rio das Antas e ainda preservava sua coleção, recitando de memória trechos dos sermões de Simonton.
Em seu primeiro ano no Brasil, iniciou uma Escola Dominical com os filhos de amigos e vizinhos. Em seu diário escreve: “Este é o primeiro ano completo que passo no Brasil. Essa escola, algumas Bíblias e folhetos postos em circulação, constituem o conjunto do meu trabalho entre os brasileiros. Sinto a minha falta de fé e oro por sucesso. Almejo por pregar Cristo mais experimentalmente por ser capaz de falar daquilo que conheço, porque Cristo o revelou a mim”. Não tardou a fundação de uma igreja em 1862, recebendo duas pessoas por pública profissão de fé.
Nesse ano Simonton fez uma viagem aos EUA para ver sua mãe enferma e prestar relatórios às igrejas. Também conheceu Helen Murdoch, com quem se casou em março de 1863. O diário diz: “Para mim, meu futuro lar no Brasil colore-se de cores vivas. Dou graças a Deus por me ter provido graça, coragem e amor no coração daquela a quem dediquei afeições, a ponto de se dispor a separar-se de amigos, do lar e da terra natal, a fim de compartilhar da minha vida o dos meus labores”.
Voltaram ao Brasil. Foi um ano de alegrias inéditas até o nascimento de sua primeira filhinha. Nove dias depois, diz o diário: “Que Deus tenha misericórdia de mim, pois águas profundas rolam agora sobre minha alma. Helen jaz num caixão, na sala. Deus a tirou tão rapidamente que tudo ainda parece sonho”. Depois de algum tempo a pequena Helen foi para a casa dos tios, missionários em São Paulo. O versículo que sustentara Simonton no passado ainda falava ao seu coração: “Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos”.
Simonton, agora mais que nunca, vivia pelo trabalho de compartilhar Cristo. Nesta época o padre José Manoel da Conceição professou a sua fé em Cristo e foi batizado. Simonton e conceição foram grandes colaboradores no trabalho de implantação da igreja nestes primeiros tempos, cooperando também na “Imprensa Evangélica”, cuja influência não foi alcançada por nenhuma outra agência empregada pela missão.
O ano de 1865 viu a organização do primeiro presbitério e o Sr. Conceição foi ordenado o primeiro ministro presbiteriano brasileiro. Nesta época, quando o Presidente Lincoln foi morto, Simonton pregou o sermão usando como texto o salmo 46:1-3. sermão que tocou os corações de crentes e descrentes.
No final de 1866, diz o diário: “No retrospecto de minha própria vida durante o ano que agora se finda, sinto-me culpado. Aponto algumas obras realizadas da melhor maneira possível, mas em medida tenho eu progredido na direção do céu? Aí é que me sinto em falta. Não consigo ir além da prece do publicano ‘Tem misericórdia de mim, pecador’. Como suspiro por um coração inteiramente dominado por Cristo!”
Fundou no Rio a primeira Escola Dominical e Igreja Presbiteriana, um jornal, um presbitério e, agora, um seminário para alcançar uma outra meta principal: “ a formação de um ministério nacional idôneo, isto é, pastores brasileiros para brasileiros”. Cristo certamente o vinha dominando.
Sem o saber, chegara ao seu último ano de ministério. No prédio da igreja no Rio funcionava uma escola primária com 70 alunos. Escolas para os filhos de crentes também eram uma meta principal. Continuava a viajar pelo interior, pregando e zelando pelo testemunho fiel de cada membro e pela evangelização pessoal, cada crente comunicando o evangelho a outra pessoa.
Em seu dia a dia, Simonton vivia o que pregava. Neste curto ministério de oito anos recebeu 80 pessoas na igreja, fruto visível de uma vida consagrada a Deus. Em dezembro de 1867, contando somente com 34 anos, Simonton morreu em São Paulo, vítima de febre amarela. Dois dias antes de sua morte, sua irmã perguntou se tinha alguma palavra à sua igreja no Rio. Simonton replicou: “Deus levantará alguém para tomar o meu lugar. Ele usará os seus instrumentos para o Seus trabalho”. E assim o tem feito. Louvado seja o Senhor! 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

EU TE BUSCO - VINEYARD


O FUTURO É AGORA

 Às vezes pensamos que vamos começar a viver em alguma data futura...Nosso impulso para o futuro imaginário evita que desfrutemos o presente. Transforma-se simplesmente em um passo...sem nenhum significado próprio. Lavo a louça para poder ir lavar a roupa...Leio para os meus filhos pra poder aumentar o vocabulário deles.
Mas a escritora americana, Sophie Kerr, disse: " O futuro é agora!" Formamos o nosso futuro conforme lidamos com o presente...Em cada momento o verdadeiro futuro para o meu verdadeiro eu é agora. O que significa isso? O "futuro é agora" significa que você está sentada na presença de Deus. Saber que o futuro é agora, que cada momento é do Senhor, liberta-nos de considerarmos a vida inteira como um trabalho.
Um professor de teatro na faculdade que frequentei demonstrou o que significa reconhecer o futuro como sendo presente. Ele chegava ao campus antes das sete horas, todas as manhãs...Ficava no campus, com frequência até as vinte e duas horas. Trabalhava muito e era criativo, mas recusava-se terminantemente  a participar de qualquer simples reunião ou conferência no final da tarde. Às quinze e trinta, todos os dias, ia para casa tomar café. Então levava seu cachorro orelhudo para passear pelo campo. faziam essa caminhada em qualquer época do ano. Andavam tanto sobre folhas secas crepitante, quanto chapinhavam no caminho molhado pela garoa.
Ele chamava o seu cão de "Epife", uma abreviação da palavra "epifania". batizou-o com esse nome. Como estudante da faculdade e sua aluna, eu pensava que não passava de uma escolha ridícula de nome, mas agora, quando olho para trás, eu o aprovo. 
Uma epifania é uma súbita manifestação da natureza essencial de alguma coisa. Também é a manifestação de um ser divino. Nosso conhecimento de Deus, nosso senso de sua presença, geralmente vem quando paramos de trabalhar e "passeamos com nosso cachorro" - seja qual for a forma que tome essa caminhada para nós. Podemos ser novamente tocados pelo eterno, e o futuro pode ser agora.
Ser tocado por esses momentos de epifania é viver não apenas nas três dimensões do espaço e na quarta dimensão do tempo, mas também em uma quinta dimensão que se estende até o nosso Deus.

Autora: Carol Van Klompenburg
Extraído da Bíblia Devocional da Mulher
Ver: Hebreus 3

HEBREUS - Capítulo 3


Portanto, santos irmãos, participantes do chamado celestial, fixem os seus pensamentos em Jesus, apóstolo e sumo sacerdote que confessamos.
Ele foi fiel àquele que o havia constituído, assim como Moisés foi fiel em toda a casa de Deus.
Jesus foi considerado digno de maior glória do que Moisés, da mesma forma que o construtor de uma casa tem mais honra do que a própria casa.
Pois toda casa é construída por alguém, mas Deus é o edificador de tudo.
Moisés foi fiel como servo em toda a casa de Deus, dando testemunho do que haveria de ser dito no futuro,
mas Cristo é fiel como Filho sobre a casa de Deus; e esta casa somos nós, se é que nos apegamos firmemente à confiança e à esperança da qual nos gloriamos.
Assim, como diz o Espírito Santo: "Hoje, se vocês ouvirem a sua voz,
não endureçam o coração, como na rebelião, durante o tempo de provação no deserto,
onde os seus antepassados me tentaram, pondo-me à prova, apesar de, durante quarenta anos, terem visto o que eu fiz.
Por isso fiquei irado contra aquela geração e disse: Os seus corações estão sempre se desviando, e eles não reconheceram os meus caminhos.
Assim jurei na minha ira: Jamais entrarão no meu descanso".
Cuidado, irmãos, para que nenhum de vocês tenha coração perverso e incrédulo, que se afaste do Deus vivo.
Pelo contrário, encorajem-se uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama "hoje", de modo que nenhum de vocês seja endurecido pelo engano do pecado,
pois passamos a ser participantes de Cristo, desde que, de fato, nos apeguemos até o fim à confiança que tivemos no princípio.
Por isso é que se diz: "Se hoje vocês ouvirem a sua voz, não endureçam o coração, como na rebelião".
Quem foram os que ouviram e se rebelaram? Não foram todos os que Moisés tirou do Egito?
Contra quem Deus esteve irado durante quarenta anos? Não foi contra aqueles que pecaram, cujos corpos caíram no deserto?
E a quem jurou que nunca haveriam de entrar no seu descanso? Não foi àqueles que foram desobedientes?
Vemos, assim, que foi por causa da incredulidade que não puderam entrar.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

TITO 3:1-15











Admoesta-os a que se sujeitem aos principados e potestades, que lhes obedeçam, e estejam preparados para toda a boa obra;
Que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas modestos, mostrando toda a mansidão para com todos os homens.
Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros.
Mas quando apareceu a benignidade e amor de Deus, nosso Salvador, para com os homens,
Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo,
Que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo nosso Salvador;
Para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros segundo a esperança da vida eterna.
Fiel é a palavra, e isto quero que deveras afirmes, para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens.
Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs.
Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o,
Sabendo que esse tal está pervertido, e peca, estando já em si mesmo condenado.
Quando te enviar Artemas, ou Tíquico, procura vir ter comigo a Nicópolis; porque deliberei invernar ali.
Acompanha com muito cuidado Zenas, doutor da lei, e Apolo, para que nada lhes falte.
E os nossos aprendam também a aplicar-se às boas obras, nas coisas necessárias, para que não sejam infrutuosos.
Saúdam-te todos os que estão comigo. Saúda tu os que nos amam na fé. A graça seja com vós todos. Amém.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

AS CASAS DE JOSÉ


Mesmo que o sonho e a realidade pareçam incompatíveis, o caráter precisa resistir à decepção.

A história de José do Egito pode ser avaliada em função de suas fases, ilustradas pelas casas por onde ele passou (Gn.37-41).

NA CASA DO PAI – construção da base
Durante a infância e adolescência, José viveu com seu pai Jacó. Aquele foi o tempo de formação do caráter e da fé, com muita aprendizagem, mas caracterizado, principalmente, pelo amor paterno, com proteção e cuidado. José era como um passarinho no ninho. Foi um tempo precioso, mas ele precisava sair de sua zona de conforto para alcançar o máximo do seu potencial. Nessa época, José sonhou com o propósito de Deus para a sua vida.

NA CASA DE POTIFAR – provação da fé
José havia sonhado que seria um líder, mas tornou-se um escravo, experimentando uma mudança compulsória e drástica em sua vida. Continuaria aprendendo muito, mas não poderia contar mais com o carinho do pai. Mesmo sendo escravo, José se viu diante da possibilidade de fazer algumas escolhas pessoais e assumir as responsabilidades da vida adulta. Aquela casa representou uma época de treinamento, com muito trabalho e provação. Era hora de usar os antigos ensinamentos do pai.

Mesmo tendo perdido sua família, José ainda respeitava a família do próximo. Após resistir às investidas da mulher de Potifar, José foi acusado do que hoje se conhece como assédio sexual. Aos olhos humanos, aquele jovem estava reprovado, mas este não era o conceito divino a seu respeito.

Em seguida, José foi para a prisão, um anexo da casa de Potifar, vivendo ali anos de injustiça e sofrimento, mas a aprendizagem continuava. A despeito de qualquer expectativa e prováveis orações, a situação daquele homem parecia piorar. Além de ser estrangeiro e escravo, ele seria lembrado como estuprador e presidiário. O que José poderia esperar? Ele mesmo não sabia muito bem, mas seu compromisso com Deus permanecia de pé.

NA CASA DE FARAÓ - Reconhecimento, realização, plenitude e recompensa
Quando o soberano do Egito precisou de alguém que pudesse interpretar seus sonhos, o copeiro lembrou-se de José, que foi chamado ao palácio. Era chegado o tempo da realização e da recompensa. Faraó percebeu o potencial de José e o colocou como governador do Egito. O currículo de José não era dos melhores, mas o poder de Faraó dispensava históricos e opiniões contrárias. Como poderia um escravo estrangeiro tornar-se governador? Deus contraria as expectativas e nos coloca onde ele quer.

Nossas vidas também se dividem em fases. O leitor desta mensagem saberá identificar em qual "casa" se encontra. O sonho e a realidade podem parecer incompatíveis, mas o caráter precisa resistir à decepção. Apesar das perdas e do sofrimento, José não perdeu a fé nem a fidelidade no meio do caminho. Cada "casa" tem suas particularidades, seus limites, seus problemas, desafios e propósitos. Erramos quando não os reconhecemos.

Sempre é tempo de aprender, mas este aspecto deve ser supervalorizado pelos mais jovens. Depois, não fuja do trabalho. Sobretudo, não pense que os sofrimentos e as injustiças sejam coisas anormais na vida. Fazem parte do caminho.

Foi na casa de Faraó que toda a história de José passou a fazer sentido. Foi ali que ele encontrou sua esposa e viu como foi importante resistir às tentações no passado.

Estejamos certos de que, no final, todos os filhos de Deus verão realizados os propósitos divinos em suas vidas. E no fim da jornada, moraremos para sempre na casa do nosso pai eterno.

Pr.Anísio Renato de Andrade
www.anisiorenato.com

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

ESTEJA ALERTA

"O Espírito Santo...vos ensinará...e vos fará lembrar de tudo que vos tenho dito" - João 14.26
O que você lembra do sermão do último domingo? O título? Uma citação? Nada? Bem, e quanto ao que você leu no seu devocional na semana passada? Deu um branco? Você não é o único. Porque é tão difícil lembrar, e mais ainda aplicar os princípios que lemos e ouvimos? Jesus disse que é porque tão logo a semente da Palavra de Deus é semeada em nossos corações, "Satanás vem imediatamente e a leva embora" (Marcos 4.15). Ele é perito em roubar. Ele se utilizará de qualquer artifício que funcione para isso.
Por exemplo, Ele se certificará de que você entre em uma discussão no caminho da igreja para casa, a fim de que tudo que você ouviu vá direto para a lata do lixo. Alguma vez isso já aconteceu com você??? Comigo já! Ou usará algum problema de trabalho para mantê-lo tão envolvido que não conseguirá se concentrar em mais nada. Com que frequência você já passou por esse tipo de situação? E ele não espera uma semana, e nem mesmo uma hora para fazê-lo. Na verdade, ele faz isso "imediatamente", para que a Palavra não crie raízes e dê frutos em sua vida. Às vezes nós chegamos em casa depois de um culto abençoado, vamos direto para a televisão e não deixamos a Palavra de Deus sedimentar em nossos corações e mentes. Quantas vezes já foi assim com você? Eu tenho cometido esse erro inúmeras vezes.
Paulo disse, "A nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os dominadores deste mundo tenebroso" (Efésios 6.12). Reconhecer as estratégias de Satanás pode impedir que você caia em armadilhas. "Estejam alertas e vigiem. O diabo, inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando quem possa devorar. E o que ele mais deseja é pegá-los cochilando" (1Pedro 5.8). Estejamos atentos. Estamos em guerra espiritual. Não podemos nos dar ao luxo de baixar a guarda nem por um segundo! Mas há uma boa notícia para quem busca o Espírito Santo: você não está sozinho. O seu Comandante Supremo prometeu que "o Espírito Santo...vos ensinará...e vos fará lembrar tudo quanto vos tenho dito."

Fonte: Devocional PROAV - Projeto Água Viva

domingo, 21 de outubro de 2012

ORE POR SEUS RELACIONAMENTOS


Nos relacionamentos, os ferimentos graves com frequência podem ser fatais. Mesmo quando as relações não são completamente destruídas, as feridas podem levar anos para cicatrizar. É mais fácil proteger nossos relacionamentos com oração do que consertá-los. A maneira como aprendemos a lidar, viver e interagir em nossos relacionamentos ao longo de nosso crescimento, será levada para a idade adulta e afeta cada um dos relacionamentos importantes que construirmos no presente. E talvez seja exatamente dessa forma que o inimigo das nossas almas tente destrui-los. Ore pedindo a Deus que a faça uma boa amiga para outras pessoas e lhe dê um coração puro e amoroso em todos os seus relacionamentos. Ore especialmente pelas pessoas com as quais você vive. A Bíblia diz que “TODA casa dividida contra si mesma não subsistirá.” (Mateus 12.25). Não é possível ter paz, se você está vivendo em discórdia com alguém em seu lar.
Não deixe seus relacionamentos por conta do acaso. Ore para que pessoas tementes a Deus venham fazer parte de sua vida. Pessoas com as quais você possa associar-se. Não force relacionamentos. Ore para eles acontecerem. Então, quando se iniciarem, cuide deles com orações. Isso não significa que você precisa ter uma multidão de amigos. Há uma grande força em um pequeno número de pessoas quando estão envolvidas e são firmes no Senhor. A qualidade de seus relacionamentos é mais importante do que a quantidade.
Ao longo de toda a sua vida, os relacionamentos serão essenciais para sua felicidade. Não é saudável ficar isolada, emocional ou espiritualmente. Os relacionamentos corretos a enriquecerão e lhe proporcionarão equilíbrio e perspectiva saudável. Pessoas tementes a Deus ajudam você a andar na direção certa, e a bondade delas será passada para você. A qualidade de seus relacionamentos determina a qualidade de sua vida. E isso é algo digno de se tornar motivo de oração.
Extraido do livro “O Poder da Mulher que Ora”
Editora Mundo Cristão
Autora- Stormie Omartian

 


sábado, 20 de outubro de 2012

NO MUNDO TEREIS AFLIÇÕES


É muito animador saber que assim como em qualquer aspecto da nossa vida há luzes e sombras, também na vida cristã existem vales e montanhas. Muitos pensam que depois de se tornarem crentes, automaticamente sua vida se tornará um glorioso jardim de delícias (muitos hoje até fazem desse pensamento uma falsa doutrina). Isso não é verdade. Pode ser que se torne até um jardim de aflições, como aconteceu com nosso Salvador, quando passou pelo Getsêmani. Não é possível a existência de montanhas sem vales, e, mesmo no alto da montanha podem ocorrer experiências duras.
Só porque o pastor já foi à nossa frente e providenciou todos os meios possíveis para a segurança e o bem estar de suas ovelhas pelo tempo em que estarão na pastagem de verão, não significa ausência de problemas ali. Os predadores podem atacar; ervas daninhas crescem ali também; tempestades e ventanias podem varrer os picos altos...Muitos acidentes podem acontecer no planalto.
Contudo, com seu amor e interesse por nós, Cristo ainda cuida para que tenhamos algumas alegrias em meio às nossas tristezas: dias felizes em meio a escuridão; dias ensolarados entre os sombrios.

Extraído de "Nada me Faltará"
de Phillip Keller
Editora Betânia

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

2 Timóteo 2


 Tu, pois, meu filho, fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus.
E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.
Sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo.
Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra.
E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente.
O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a gozar dos frutos.
Considera o que digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo.
Lembra-te de que Jesus Cristo, que é da descendência de Davi, ressuscitou dentre os mortos, segundo o meu evangelho;
Por isso sofro trabalhos e até prisões, como um malfeitor; mas a palavra de Deus não está presa.
Portanto, tudo sofro por amor dos escolhidos, para que também eles alcancem a salvação que está em Cristo Jesus com glória eterna.
Palavra fiel é esta: que, se morrermos com ele, também com ele viveremos;
Se sofrermos, também com ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará;
Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.
Traze estas coisas à memória, ordenando-lhes diante do Senhor que não tenham contendas de palavras, que para nada aproveitam e são para perversão dos ouvintes.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade.
E a palavra desses roerá como gangrena; entre os quais são Himeneu e Fileto;
Os quais se desviaram da verdade, dizendo que a ressurreição era já feita, e perverteram a fé de alguns.
Todavia o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniquidade.
Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra.
De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra.
Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor.
E rejeita as questões loucas, e sem instrução, sabendo que produzem contendas.
E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor;
Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade,
E tornarem a despertar, desprendendo-se dos laços do diabo, em que à vontade dele estão presos.
2 Timóteo 2:1-26

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Provérbios de Salomão



Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensino de tua mãe. Provérbios 1.8

Atualmente esse versículo do livro de Provérbios está sendo trocado pelos conselhos dos amigos, dos namorados, dos primos, enfim, de todos menos os dos pais. Na atualidade as novelas dão conselhos, os filmes dão conselhos, revistas dão conselhos, livros de auto-ajuda dão conselhos, mas a Bíblia e os pais são sempre os últimos a serem consultados.
Como resultado temos diversas situações que tem sido evidenciadas em jornais, revistas e na televisão nas quais jovens têm engravidado, se afundado em drogas, sendo presos, têm dado fim às próprias vidas, não diretamente, mas de uma maneira lenta que começa quando não dão ouvidos ao “Não faça isso meu filho”.
Muitas vezes ficamos implicados com nossos pais, pois eles não nos deixam fazer as coisas que queremos. Porém, não levamos em conta as inúmeras experiências que eles adquiriram com seus vários anos de vida a mais que os nossos. Não levamos em conta que nossos pais querem apenas nosso bem, embora, em várias situações, eles não saibam como expressar isso; mas querem nos proporcionar o melhor da vida.
Entretanto, os “amigos” sempre nos apóiam. Eles sempre têm novidades do mundo, novidades da vida noturna, novidades de bebidas e entorpecentes, mas nunca uma novidade que nos desagrade. Apenas quando estamos no mais fundo do poço eles dizem que não querem mais nada conosco. Nesse momento, as únicas pessoas que estendem a mão para nós são aqueles a quem não dávamos ouvido, os pais.
Portanto, você filho que tem deixado de lado as palavras de carinho e cuidado dos pais, pensando que é apenas uma implicância, pare e leia os jornais vendo o que tem ocorrido no mundo de hoje com pessoas cada vez mais jovens. Mas peço que você leia principalmente a Bíblia e perceba que a submissão não é uma tortura, mas, sim, uma forma de direcionamento para uma vida plena, próspera e feliz.
Medite no que encontramos no livro de Lucas 11.11: “E qual o pai dentre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente?” Quando meditar nisso de todo seu coração vai perceber que não pode deixar que festas e baladas noturnas sejam mais importantes que um conselho ou um pedido carinhoso de uma mãe ou um pai.

Carinhosamente em Cristo,

Breno Amaral
 Fonte: lagoinha.com 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

O “MILAGRE TECNOLÓGICO”



“Mas o publicano... nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: ‘Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador.’” Lucas 18:13

O ser humano evoluiu com espanto e rapidez no campo da tecnologia e da ciência. A era digital revolucionou o mundo dos negócios, o comportamento, o lazer, a vida e presenciamos um verdadeiro “milagre tecnológico” de dimensão global.

A tristeza é saber que todo o progresso científico e tecnológico não tornou a natureza humana melhor. O egoísmo, o preconceito, o ódio, a cobiça, a desigualdade, a violência continuam entre nós e até aumentaram.
O que muda quando comparecemos diante de Deus? Nada! Somos o mato que seca no campo; o pó que volta à terra. Continuamos com um coração “doente demais para ser curado.” (Jeremias 17.9) Em nós nada há que possa agradar a Deus. Somos efêmeros e nossa vida “é como uma neblina passageira, que aparece de repente e logo depois desaparece.” (Tiago 4.14) A tecnologia não nos aproxima de Deus e o progresso científico não são conquistas que geram méritos diante dele. De forma alguma os computadores ou códigos genéticos nos levarão a Deus, mas sim a velha e rude cruz, onde Cristo morreu. Ele perdoa nosso pecado e nos torna dignos diante do Pai. Portanto, dependamos cada vez mais não da ciência ou tecnologia, mas da misericórdia e do amor de Cristo Jesus.

A tecnologia e o progresso não nos aproximam de Deus, nem são conquistas que geram méritos diante dele.


Fonte: Devocionais Luz Para o Caminho

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

ORAÇÃO PEDINDO DILIGÊNCIA


"Concede-me, ó Deus, essa grande liberdade de pensamento que me capacite a seguir e a obedecer a Jesus com um coração puro, estando sempre preparada e disposta a obedecer a seus preceitos. E me concede também ajuda para adquirir aquela prudência perfeita, grande pureza, total separação do mundo, muita liberdade e uma fé firme e inabalável no Senhor Jesus que me capacite a dirigir os assuntos comuns a vida, de tal maneira que eu não use mal nem de maneira negligente o desenvolvimento dos meus talentos; para ser zelosa sem avareza; diligente sem ansiedade; tão exata em cada detalhe das minhas atitudes como se o sucesso dependesse disso, e ainda assim, totalmente disposta a entregar todos os acontecimentos nas Tuas mãos, atribuindo-te todo o louvor de cada boa obra. Amém."

Susanna Wesley

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Um Testemunho do Poder da Oração



A oração realiza grandes coisas - 

21 abr 2011Oriente Médio

“A oração realiza grandes coisas. Algumas vezes, quando oramos, não enxergamos o resultado de nossa oração. Outras vezes, você vai ouvir que a reunião de oração da qual participou foi diretamente usada pelo Senhor, e que um dos nossos irmãos foi abençoado no exato momento em que você intercedeu por ele”, afirma Michael, um dos colaboradores do Oriente Médio.
Ele continua: “Nadia, por exemplo, passou alguns meses na prisão apenas por ser cristã. Um de nossos colaboradores se encontrou com ela e Nadia contou sua história. Em uma ocasião, ela disse para os oficiais da prisão que não daria nenhuma informação sobre as pessoas que ela conhecia ou sobre seu marido; apenas falaria sobre si mesma. Isso fez com que ela ficasse em uma solitária por 4 dias. Essa cela mede 2m x 3m. “Fazia muito frio lá”, ela conta. “E não havia banheiro, nem nada disso. Em certo momento, estava com muito frio e a experiência foi muito difícil. De repente, senti uma brisa quente soprando em meu rosto; tão quente que quando respirei fundo e o ar entrou em meus pulmões, comecei a tossir”.
Ela não tinha ideia de onde aquele calor vinha e, ao mesmo tempo, estava muito feliz. Essa sensação de alegria a invadiu de tal forma que Nadia começou a dançar na cela. Ela estava confusa. Ela se perguntava como conseguia sentir calor em um lugar frio como aquele? “Então, eu ouvi uma voz”, ela enfatiza que não era uma voz interna, e sim audível, “como se alguém dentro da cela estivesse dizendo: ‘Isso é porque pessoas estão orando por você. Esse é o espírito de alegria que está sobre você’”.
Tempos depois, quando foi solta, Nadia compartilhou sua experiência na cela da prisão com a sua irmã. Quando ela contou quando o fato havia ocorrido, sua irmã disse que era a hora e o dia exatos em que 32 cristãos se encontraram para orar por ela. Dois cristãos foram para outro lugar para representar Nadia e outro cristão que estava preso, enquanto os outros 30 irmãos se reuniram para pedir a Deus que os confortasse e enviasse seu espírito de alegria sobre eles.
Michael encerra o relato dizendo: “O testemunho foi de grande encorajamento para esse grupo de oração, e para todos os outros que dobram os seus joelhos para orar por cristãos em situação semelhante”.

FontePortas Abertas
TraduçãoDeborah Stafussi

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