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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

CONTO - "CONDENADO?"


 Há muito tempo atrás, um certo homem havia sido preso por professar a sua fé, durante a prisão ele aguardava sua execução e chorava, porque nunca mais veria sua família, tudo porque ele queria levar a palavra de Deus a todos.
Nisso um anjo lhe apareceu e lhe disse:
- Por que sofres tanto, por acaso não crês mais?
- Ora, não há mais saída para mim, amanhã me julgarão de uma maneira injusta, serei condenado de qualquer maneira, sei que me darão dois papéis onde eu terei que escolher um que terá a minha sorte, eles dizem que se eu realmente estiver com Deus eu tirarei o papel escrito LIVRE. Porém eu sei que nos dois papéis só existe uma palavra escrita, CONDENADO, sendo assim qualquer um deles me matará!!!!
E o anjo respondeu...
- Não perturbe vosso coração, creia no Senhor, se conserve em oração durante toda essa noite, peça perdão e Ele lhe mandará a sua luz...
O homem então rezou, orou, pediu, e sossegou o seu coração, mas a saída não lhe aparecia, porém ele sabia que somente com o coração em paz poderia ouvir a Deus. No dia seguinte foi encaminhado para o julgamento; ele se defendeu, os outros o condenaram e lhe trouxeram os dois papeis, ele pegou um já sabendo o que estaria escrito, nisso uma luz enorme se apresentou diante dele e lhe disse aos ouvidos, coma o papel, ele não hesitou e comeu. Todos ficaram perplexos, como saberiam o que estava escrito no papel se ele o engoliu!
- Ora, disse o homem, é fácil, leiam o outro papel se lá estiver escrito CONDENADO, significa que engoli o papel escrito LIVRE...
Os homens da lei vendo que não podiam assumir suas culpas diante de todas as pessoas humildes presentes, foram obrigados  a libertar naquele dia aquele homem que realmente se deixava guiar por DEUS.
Por mais difícil que se apresente o problema, Deus sempre nos oferece uma saída. Façamos a mesma coisa, ao invés de ficarmos lamentando,    falando e pensando em coisas ruins, vamos firmar nossos pensamentos e principalmente o nosso coração em Jesus e permitir que somente Ele faça prodígios em nossa vida...

Recebido por e-mail
Autor desconhecido

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A TRANSFUSÃO


"Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão." (Provérbios 17.17)

   Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.
   Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas.
   Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado.
   Era necessário chamar ajuda por um rádio e, ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local.
   Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria, devido aos traumatismos e à perda de sangue.
   Era urgente fazer uma transfusão, mas como
   Reuniram as crianças e, entre gesticulações, arranhadas no idioma,
tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um
voluntário para doar o sangue.
   Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente.
   Era um menino chamado Heng.
   Ele foi preparado às pressas, ao lado da menina agonizante, e espetaram-lhe uma agulha na veia.
   Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto.
   Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre.
   O  médico lhe perguntou se estava doendo, e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou.
   Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas
ininterrupto.
  Era evidente que alguma coisa estava errada.
   Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng.
   Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e
explicando algumas coisas. E o rostinho do menino foi se aliviando.
Minutos depois ele estava novamente tranqüilo.
   A enfermeira então explicou aos americanos:
   - Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido o que vocês disseram e estava achando que ia dar todo o seu sangue para a menina não morrer.
   O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:
   - Mas, se era assim, porque então que você se ofereceu a doar seu sangue?
   E o menino respondeu, simplesmente:
   - ELA É MINHA AMIGA

sábado, 28 de maio de 2011

O Muro


"Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca" Apocalipse 3:16

Havia um grande muro separando dois grandes grupos.
De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus.
Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus.
E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.
O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
 - Ei, desce do muro agora... Vem pra cá!
 Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada.
 Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
 - O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
 Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:
 - É porque o muro é MEU.

Nunca se esqueça: Não existe meio termo. O muro já tem dono. Pense nisso.
  
Desconheço o Autor

Colaboração de Um Amigo de Deus - Setsuo Hiromoto

terça-feira, 24 de maio de 2011

CONTO - O LEÃO, O LEOPARDO, A PÍTON E O KINTANO



“Vivia em uma mata junto ao rio Molan um Leão idoso e sábio que, como líder dos animais que habitavam a terra,
era grandemente respeitado entre todos. Devido aos longos anos de experiência em liderança, desenvolveu uma
personalidade paciente, meticulosa, vagarosa, quase beirando a contemplação. Entretanto, era por demais ouvido
entre todos quando se levantava pensativamente de sua moita favorita usualmente dizendo: ‘Creio que sei o que
deve ser feito!’ Até seus rivais que o criticavam pelo seu jeito pacificador de ser, enxergavam  nele uma fonte de sensatez.

Havia apenas um pequeno e quase imperceptível defeito em sua personalidade o qual, por  tão pequeno,  não era por ninguém visto como erro, mas sim como uma excentricidade, ou ‘até uma virtude’ - diziam muitos: o Leão odiava sujeira! Lama, restos de comida ou uma simples poeira o deixavam  irritado e descontente. Não chegava a ser, entretanto, suficiente para nenhuma discórdia ou discussão. No máximo um desabono como um balançar de cabeça ou um ligeiro suspiro de indignação.

Descendo o rio, no topo de uma árvore pouco frondosa, morava o Leopardo. Ele era esguio e vivaz. Alegre, contador de piadas e particularmente gostava de narrar engraçadas histórias sobre os habitantes do rio. Sendo o único animal de grande porte naquela parte da floresta era chamado em qualquer emergência e, mesmo sem a ponderação e experiência do leão, promovia soluções fazendo piadas dos problemas e tornando-os menos sérios.
Quase nunca usava sua autoridade de mais forte e gostava de andar ao redor  toda tarde,  prometendo aos macacos que eles seriam a sua refeição do dia seguinte se nada melhor aparecesse, o que gerava uma algazarra nas árvores enquanto ele dava boas risadas.

Apesar de amigo e companheiro havia algo que o impedia de ter mais proximidade com outros animais. Ele ficava enraivecido sempre que alguém o fitava. Poderia conversar longamente com todos, desde que ninguém olhasse diretamente em seus olhos, pois ficaria por demais irado e, com um rugido, saía mal-humorado. Mas todos, conhecendo esta particularidade, sabiam como tratá-lo e até brincavam entre si dizendo que ele ficara assim desde que vira sua própria face no espelho de água do rio Molan, e admirou-se de como era feio. Era apenas uma versão
entre os macacos que se divertiam com esta história durante as noites. Ninguém, nem mesmo ele, na verdade, sabia o porquê desta irritação ao ser fitado. Conhecendo de antemão o seu temperamento, todos sabiam como tratá-lo e tudo corria bem naquela parte da mata.

 Mais distante próximo ao pântano da árvore alta vivia Píton, a cobra. Dentre tantas outras cobras que
habitavam aquela área, Píton era a maior, mais forte e mais inteligente dentre elas. Apesar de temida entre todos
os animais, Píton não era de tão difícil relacionamento como imaginavam. Era séria, compenetrada e muito
desconfiada, sem dúvida. Mas também sempre se mostrava bem disposta a ajudar em momentos de crise. ‘Quando houve a última
enchente’- reconhecem todos – ‘Píton foi a primeira a voluntariar-se para ajudar os animais que não conseguiam  nadar’. ‘Mas também fala disto até hoje!’- completam os mais críticos. Apesar de não ter a sensatez do Leão e a descontração do Leopardo, Píton era reconhecida como líder. ‘Um líder não deve ser temido, ranzinza e desconfiado’- lembravam os macacos, mostrando que lhe retirariam o cargo se pudessem. Era sabido que Píton, a
cobra, possuía um grande complexo de inferioridade pelo fato de se postar sempre mais baixa que os outros animais,
por ter que rastejar. Muitos, assim, ignoravam a sua presença. Certa vez um elefante quase a pisou por não vê-la, o que causou grande indignação. Desde então ela detesta ser tocada e sempre lembra a todos o seu lema:
‘Nunca pise em mim!’
Certo dia surgiu um assunto de urgência que envolvia toda a floresta. Algumas hienas, temidas por todos os animais de bem, decidiram mudar-se para aquela região. Todos estavam  reocupados e criavam muitos boatos e rumores sobre isto. O Leão, prevendo um estado de pânico, decidiu convocar uma reunião entre a liderança da floresta: ele, o Leopardo e a Píton iriam se reunir junto à sua moita no dia seguinte.

No dia esperado, logo cedo, chegou o Leopardo e como de costume fazia piadas do Leão chamando-o de “Jubinha”
referindo-se a um fato constrangedor e nunca mencionado pelos outros animais: o Leão nascera com menos pelo em sua juba que outros da sua espécie. Fingindo ignorar as piadinhas o Leão chamou-o para baixo da árvore e ofereceu-lhe água do riacho que por ali passava. Logo em seguida, sutil e esguia, chegou Píton causando surpresa no Leão. ‘Não pensei que viria tão cedo’ - comentou ele referindo-se aos constantes atrasos de Píton nas últimas reuniões de liderança. Como sempre Píton permanecia calada e procurou calmamente o lugar mais úmido para se
enrolar.

Durante o dia o Leão, o Leopardo e Píton conversaram sobre todas as implicações da vinda das hienas para a floresta e, após ouvir longamente as inúmeras sugestões dos outros animais, estavam prestes a tomar uma decisão quando foram interrompidos pela comida que chegava. ‘Pensei que era plano do Leão trazer-nos aqui para matar-nos de fome’ - comentou o Leopardo entre risos. Comeram regaladamente e após tudo ser devidamente
limpo decidiram descansar por um curto período antes de retomarem as discussões.

Neste momento, enquanto Leão, Leopardo e Píton dormiam, surgiu sorrateiramente um pequeno inseto típico daquela parte da floresta chamado Kintano. É uma espécie de grilo com apenas 2 centímetros de tamanho e que costuma fazer um buraquinho na areia onde esconde-se nos momentos mais quentes do dia. Sem ser por ninguém percebido, Kintano pulou até o lugar onde o Leão deitava sobre sua limpa e macia moita e começou a cavar o seu buraquinho com suas patinhas traseiras, lançando a areia para trás à medida que desaparecia dentro do seu abrigo.
Entretanto, com a força de suas patinhas, Kintano conseguiu arremessar aquela fina areia até o focinho do Leão o
qual, cheirando a poeira, levantou-se de um salto julgando ser uma brincadeira do Leopardo. Fitou-o bem nos olhos
e num rugido gritou: ‘por que me sujou?   Você sabe como detesto sujeira!!’

O Leopardo rosnou indignado: ‘Não sei do que está falando, mas você sabe que odeio quando alguém  me fita!’

Os dois começaram uma estrondosa luta quando, não percebendo a Píton, o Leopardo a pisou com sua pata traseira fazendo-a acordar irada e gritando: ‘Não admito ser pisada por ninguém!’

O Leopardo, mais jovem e forte, matou o Leão em uma tremenda batalha! A Píton, sagaz, enlaçou o Leopardo e o apertou até que morresse; entretanto, com tamanho esforço, não resistiu e também morreu. Houve silêncio em toda a floresta.

Como líderes tão bondosos, gentis e responsáveis chegaram ao ponto de se matar? - Perguntavam todos.
Os animais da floresta, atônitos, baixaram suas cabeças e dispersaram-se. E o Kintano...

O Kintano, após tudo acabar, saiu do buraquinho na areia, olhou ao seu redor e começou a pular em direção a outro vale, a procura de outros líderes em outras florestas.

‘U Mallenyaan nyen Kintan so. U nyen kenin, sedimaten, tob anun ni kagbaan pu na’.

‘O Diabo é como o Kintano. Ele veio apenas matar, roubar e destruir’ - dizem os Konkombas.”



domingo, 20 de março de 2011

" COMO USAR AS PALAVRAS "



Certa vez, uma jovem foi ter com um sábio para confessar seus pecados.
Ele já conhecia muito bem uma de suas falhas. Não que ela fosse má, mas costumava falar dos amigos, dos conhecidos, deduzindo histórias sobre eles.
Essas histórias passavam de boca em boca e acabavam fazendo mal - sem nenhum proveito para ninguém. 
O sábio disse:  
- Minha filha você age mal falando dos outros; tenho que lhe dar um dever.
Você deverá comprar uma galinha no mercado e depois caminhar para fora da cidade. Enquanto for andando, deverá arrancar as penas e ir espalhando-as.
Não pare até ter depenado completamente a ave. Quando tiver feito isso, volte e me conte. 
Ela pensou como os seus botões que era mesmo um dever muito singular! 
Mas não objetou. Comprou a galinha, saiu caminhando e arrancando as penas, como ele dissera. Depois voltou e contou ao sábio. 
- Minha filha - disse o sábio - você completou a primeira parte do dever. 
Agora vem o resto.  
- Sim senhor, o que é? 
- Você deve voltar pelo mesmo caminho e catar todas as penas. 
- Mas senhor é impossível! Há esta hora o vento já as espalhou por todas as direções. Posso até conseguir algumas, mas não todas! 
- É verdade, minha filha. E não é isso mesmo que acontece com as palavras tolas que você deixa sair? Não é verdade que você inventa histórias que vão sendo espalhadas por aí, de boca em boca, até ficarem fora do seu alcance?
Será que você conseguiria seguí-las e cancelá-las se desejasse? 
- Não, senhor. 
- Então, minha filha, quando você sentir vontade de dizer coisas indelicadas sobre seus amigos, feche os lábios. Não espalhe essas penas, pequenas e maldosas, pelo seu caminho. 
Elas ferem, magoam, e te afastam do principal objetivo da vida que é ter amigos e ser feliz!

Pense nisso...

Usando apenas lindas palavras...
Que Deus vos abençoe!

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