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sexta-feira, 18 de março de 2011

“Os dias em que vivemos são maus...” (Ef 5.15-17)

Como é real e aplicável aos dias atuais esta declaração do Senhor! Refletindo sobre a vida, não foi difícil encontrar subsídios que materializam esta triste verdade. O povo do Senhor não está isento dos muitos problemas que assolam a população brasileira. É a condição financeira que entra em colapso, impossibilitando honrar os compromissos; o emprego que não existe; a violência; assaltos; filhos problemáticos e rebeldes; casamento que não funciona; drogas; sexo; inimizades dentre outros que compõe uma longa lista.

As conseqüências são as mais diversas possíveis, a começar pela fé que abalada, escancara a porta principal da vida para o desespero, perde-se por completo a visão da soberania de Deus; transformados em homens comuns, são despidos da esperança, vazios, desafeiçoados, irritados, ranzinzas, maldizentes, faltos de amor, cegos; carnais... Derrotados!
“Os dias em que vivemos são maus...”
Mas, será que esta situação desastrosa justifica a aparente derrota? É evidente que não! Afinal o Senhor chamou homens fortes para compor um exército de vencedores que andam sobre as dificuldades, no entanto, não se deixam tomar por elas (Is 40.31); estrangeiros de passagem por uma terra na qual são odiados e perseguidos pelo rei das trevas (Mt 24.9; 1Pe 2.11).
O que esperar de bom então em dias maus? A misericórdia do Senhor!
Os filhos de Deus foram provados de muitas formas, mas, firmes ficaram e foram aprovados.

“...Outros foram torturados até a morte; eles recusaram ser postos em liberdade a fim de ressuscitar para uma vida melhor. Alguns foram insultados e surrados; e outros, acorrentados e jogados na cadeia. Outros foram mortos a pedradas; outros, serrados pelo meio; e outros, mortos à espada. Andaram de um lado para outro vestidos de peles de ovelhas e de cabras; eram pobres, perseguidos e maltratados. Andaram como refugiados pelos desertos e montes, vivendo em cavernas e em buracos na terra. O mundo não era digno deles!”. (Hb 11.35-38)
O Pai Eterno preparou este exército para enfrentar situações extremamente adversas, devem bravamente resistir, afinal, foram capacitados e enchidos com o Espírito Santo. O entregar-se aos problemas é sinônimo de fraqueza e derrota. A situação está difícil? Persevere na fé! Lembre-se: o Senhor criador dos céus e terra sabe das tuas dificuldades e promete o amparo.

“Portanto, não fiquem aflitos, procurando sempre o que comer ou o que beber... O Pai de vocês sabe que vocês precisam de tudo isso... Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus, e Deus lhes dará todas essas coisas”. (Lc 12.29-31)
“Fui moço e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão”.(Sl 37:25)
“E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito”.( 1 Jo 5:15)
Está fraco? Sem forças? Abatido? Não negue ao Senhor! É tempo de levantar a cabeça e andar; Paulo afirmou:
“Porque, quando perco toda a minha força, então tenho a força de Cristo em mim”. (2Co 12.10)
Lembre-se que além do visível está um Deus todo poderoso que o ama de uma forma tão complexa que homem algum poderá explicar. Você é alvo deste amor. Medite nestas declarações:
“Nós amamos porque ele nos amou primeiro”. (1Jo 4:19)
“Antes da criação do mundo, Deus já nos havia escolhido para sermos dele por meio da nossa união com Cristo, a fim de pertencermos somente a Deus e nos apresentarmos diante dele sem culpa. Por causa do seu amor por nós”. (Ef 1:4)
Porquê alguns sucumbem? Provavelmente, edificaram suas casas sobre a areia! Sem o devido alicerce da comunhão verdadeira com Deus. É a vida cristã aparente; desprovida do Espírito e da genuína filiação. Estes, mesmo apresentando-se como pessoas dinâmicas no Reino, são desconhecidos pelo Pai Eterno. Quando os problemas vêm como um forte vento, logo são abatidos e derrotados.
Os filhos genuínos do Senhor são fortes, inabaláveis, preparados para vencerem as maiores dificuldades que possam sobrevir à vida. Estes não negam a sua filiação e a exemplo de Cristo Jesus, vão até às últimas consequências, esperando no amparo incontestável do Pai Celeste.
Mas, como ser assim, semelhante a Cristo?
O principio é amar a Deus e buscá-lo em primeiro lugar.
“...amar a Deus de todo o coração e de todo o entendimento e de toda a força...” (Mc 12.33)
“Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça...” (Mt 6:33)
Quando o principio de fé é observado, são feitos em novas criaturas (1Co 5.17) que comungam os mesmos pensamentos e objetivos do Senhor Jesus (Rm 12.2; 1Co 2.16). O agir é direcionado pelo Espírito de Deus, dificilmente, decisões são tomadas segundo a carne (empolgação, desejos, orgulho, vaidade, ostentação, etc.). E, quando envolvidos pelas nuvens das muitas dificuldades, são consolados e fortalecidos pelo Santo Espírito que habita em no ser e faz os corações transbordarem de esperança.
Em meio às muitas provações é tempo oportuno para estreitar a comunhão com o Pai Celeste e servir-se da Sua grande misericórdia. Confie, Ele estenderá as mãos em socorro! Esta aproximação consegue-se quando nos jogamos por terra, humilhando-nos diante do Soberano e clamando pela Sua misericórdia. Abraçando esta decisão, tenho convicção do mover de Deus sobre tua vida e verás que é amado pelo Pai, escolhido desde os tempos eternos para ser servo. Clame pela restauração de tua comunhão e comprometa-se em viver uma vida digna do Espírito de Deus, ou seja: santa e pura; que tem o seu prazer em meditar na Palavra e na oração perseverante; aprenda a sacrificar com agradáveis jejuns.
Há uma possibilidade dos problemas não desaparecerem, mas, mesmo em meio às grandes crises, terás a paz que apenas ao agraciados do Senhor possuem. E uma convicção que o Todo Poderoso estará movendo a teu favor.
“Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro”. (Salmos 40:1)
Amém!

Elias R. de Oliveira

domingo, 13 de março de 2011

Perseguidos, porém vitoriosos!


“Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem..."

No mundo inteiro os cristãos são perseguidos de forma clara ou pelas escuras.

“Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus...” (Mt 5.11-12)

Senhor deixou bem claro em Sua palavra que a perseguição seria enfrentada por todos os seus discípulos e isso não disse respeito apenas a Paulo, Pedro, Mateus e os outros que andavam com Ele; Jesus falou para todos nós que queremos ter uma vida ao lado dEle.
Hoje, encontramos em diversos lugares do mundo o cumprimento da Palavra do Senhor escrita no livro de Salmos 34:19: “Muitas são as aflições do justo, mas de todas elas o Senhor o livra.” Porém, muitos discípulos se esquecem da Palavra de Deus e desviam do propósito do Pai.
O Senhor não nos falou que teríamos apenas riquezas, paz, fartura; muito pelo contrário, disse que teríamos aflições, mas de todas elas Ele nos livraria se crêssemos que Ele pode fazer isso.
Mesmo que as perseguições pareçam inúmeras, não deixe de buscar o Senhor em todos os momentos! Ele te ama e conhece seu coração, é por isso que temos que crer que todas as nossas necessidades serão supridas pelas mãos do Senhor.
Lembre-se sempre que você é um vitorioso!!!

Autor: Breno Amaral (lagoinha.com)

domingo, 27 de fevereiro de 2011

INCONSTÂNCIA

 
Sabemos que a vida humana é marcada pela inconstância do coração. Há dias em que somos tomados pela esperança e outros marcados pela melancolia. Há dias de encorajamento e dias de inquietante desmotivação. Há dias de paz e dias de angústia. Dias de alegria e dias de amargura. Dias bons e dias maus.

Perante esta inconstância da vida somos confrontados com um Deus totalmente estável, firme e inabalável. A Bíblia nos apresenta Deus como o Sol do meio-dia, as grandes montanhas de Sião, o forte cedro do Líbano e as altas muralhas de Jerusalém. C.S. Lewis nos lembra que o Senhor não se abala, e esta é a fundamentação da certeza de que seremos salvos.

Davi é um exemplo de inconstância humana como talvez nenhum outro personagem na Palavra. Foi guerreiro
implacável e na força de Deus derrotou o gigante filisteu. Por outro lado, adulterou com Bate-Seba e traiu Urias, um de seus leais soldados. Reconstruiu Jerusalém que passou a ser chamada cidade de Davi. Mas também magoou seus filhos e foi um desastre como pai. Era temente ao Senhor e foi chamado "homem segundo o coração de Deus". Entretanto, em sua família houve incesto, assassinato, mentiras e traição.

Talvez um dos momentos de maior melancolia e desespero em sua história tenha acontecido quando, voltando exausto de uma batalha, encontra Ziclague, a cidade onde habitava, saqueada e destruída. E todas as mulheres e crianças levadas cativas. Seus homens, amargurados, falam em apedrejá-lo. E ali se encontra Davi, caído, sem consolo e esperança. Mas algo inesperado acontece, que é descrito em uma frase arrebatadora: “E Davi se reanimou no Senhor seu Deus”.

Essa frase, encontrada no primeiro livro de Samuel, capítulo 30, verso 6, revela-nos uma das mais poderosas obras de Deus na vida de seus filhos. Levantar-nos quando tudo parece perdido. Abrir o caminho quando não sabemos para onde ir. Fazer romper o Sol quando estamos presos na neblina da vida. Dar-nos perseverança quando a vontade é parar. Quantas vezes o Senhor trouxe à minha mente e coração esse verso, reanimando-me para dar um passo mais.

O que mais me intriga é que este reânimo veio absolutamente do Senhor, pois não havia ali elementos de esperança. Caiu destruído, levantou reanimado.

Tenho pensado e orado para que Deus nos reanime especialmente em três áreas: casamento, ministério e emoções.

Casamento - O hedonismo é, talvez, o maior elemento da nossa atualidade que contribui para a inconstância conjugal. Ele nos ensina que nós nascemos para nós mesmos, não para Deus, não para o outro. Não para a esposa ou o marido. E, assim, quando eu me torno o centro inquestionável de minha relação com aquele que está ao meu lado, esta relação só durará enquanto eu estiver feliz e auto-realizado. Não durará muito nem suportará o dia mau.

Ministério - Perante as tribulações, angústias, questionamentos e críticas, o que nos alimenta em
nossos ministérios não é nossa capacidade humana ou o companheirismo do que está ao lado, mas sim Deus. A maior certeza que um ministro tem em seu ministério é que ele precisa desesperadamente de Deus. Se esta certeza um dia faltar perderemos o rumo e o ânimo. Estaremos caídos sem haver quem nos levante. A auto-suficiência ministerial precede a queda.

Emoções - A ansiedade humana é um dos aspectos mais corrosivos da alma. Conheço inúmeros irmãos e irmãs que, tomados pela ansiedade crônica que não passa, pela insatisfação constante do coração, tornaram-se secos, perderam a brandura e já não sorriem. Vivem sempre a espera que amanhã seja melhor, menos triste. Que algo novo aconteça. A ansiedade crônica tem ceifado vidas, ministérios e a felicidade.

Se olharmos para Davi naquele dia, ele estava acabado. Sem família, sem cidade, sem liderança, sem a lealdade de seus amigos, sem futuro. Mas a reação de Davi indicou uma atitude necessária para cada um de nós: obediência ao encorajamento de Deus. Ele se levantou!

Davi se reanimou em Deus. Levantou-se e perseguiu os amalequitas, com alguns de seus homens. Tomou de volta as mulheres e crianças, e o despojo. Reconstruiu a cidade e habitou nela. Recuperou o respeito de seus homens com o brilho de quem um dia iria reinar sobre todo Israel.

E serviu a Deus. Pois se levantou quando Deus disse: Levanta-te. 

 

Email:
ronaldo.lidorio@terra.com.br

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

CONFIE



Robert Wise, pastor de uma igreja do Senhor na cidade de Oklahoma, menciona uma experiência que o encorajou a ser verdadeiro em suas atitudes. "Eu tinha um amigo que costumava telefonar para mim todas as segundas-feiras pela manhã. Eu atendia e aquele ministro do Evangelho me dizia:
'Oi, Deus tem um presente para você hoje. Ele lhe dá o direito de falhar. Hoje você não precisa obter sucesso. Ele lhe concede esse presente.' Logo a seguir ele desligava. Eu continuava ali, ao lado do telefone, olhando fixamente para a parede. Na primeira vez que ele fez isso eu não podia acreditar no que ouvia. era realmente o Evangelho. O amor de Deus nos permite falhar. Você não tem que ser o maior do mundo. Você precisa ser apenas você mesmo."
Muito mais felizes seríamos se entendêssemos que não precisamos nos esforçar para ser o maior ou o melhor em todas as áreas. A vaidade de atingir o topo, de ser consagrado e aplaudido por todos, de alcançar os postos que dão notoriedade, pode rapidamente nos derrubar, levar-nos à frustração e fazer de nós pessoas tristes e derrotadas.
A vitória não consiste em ser sempre o número um. Podemos ser muito felizes tão somente chegando ao lugar que Deus preparou para nós. Ser mais do que vencedor não significa vencer a todos os demais e sim as nossas batalhas pessoais. Cada um tem seus sonhos individuais, suas lutas particulares, seus próprios desafios a conquistar. O pensamento do mundo é vencer a tudo e a todos para ser o maior. Na vida cristã entendemos que muitos podem ser vencedores, que a vitória de cada um é motivo de alegria para todos e o maior será sempre o Senhor Jesus Cristo.
Como você está se sentindo hoje? A frustração de não ter conseguido atingir seu objetivo lhe desanima? Sente que o sonho está distante? Que sua bênção está demorando muito? Continue confiando... as falhas são normais e Deus permite que elas aconteçam. Ninguém poderá tirar jamais a sua vitória.

Paulo Roberto Barbosa

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Sofrimento



Se os pais pudessem, os filhos não sentiriam nem uma dor de dente, nenhuma tristeza, mágoa, sensação de desamparo ou desprezo. Sei que é fácil falar teoricamente quando não estamos vivenciando o drama. Mas devo dizer que o sofrimento humano é necessário. Estou convicto disso.

Não vivemos somente no pico da montanha. Temos nossos momentos de tristeza e dor, principalmente quando adentramos o interior de nossa alma. Nessa viagem, à qual muitos fogem, não raro nos defrontamos com fantasmas do passado, que admitíamos já extintos: pedaços dos trapos do velho homem, o homem antes da regeneração; resquícios de soberba, mágoas e rancores mal resolvidos.

É a vida. É conhecida aquela ilustração que diz existirem dois leões famintos dentro do homem. Um é de inclinação má; o outro, ao contrário, é de boa índole. A nossa sobrevivência como filho de Deus depende de nossa escolha. Qual leão receberá de nós mais alimento? O mau leão tira nosso ânimo, põe freios à nossa fé, convence-nos da derrota iminente.  O outro reacende a chama de nossa fé, fortalece nossos músculos espirituais, mantém-nos altivos diante da provação.

Essa luta interior continuará por toda a vida. A vitória se traduz pela temperança, pela sobriedade, equilíbrio, "domínio próprio".

É conhecida a seguinte ilustração. Certo homem piedoso, vendo que uma borboleta, ainda em estado de crisálida, fazia tremendo esforço para sair do casulo e ganhar os ares, resolveu dar uma ajuda. Tirou os empecilhos, rebentou as amarras, alargou a abertura do cárcere larval e deixou a borboleta livre. E ficou aguardando para vê-la bater asas e ganhar a liberdade.  Nada aconteceu. Depois soube que o esforço dela para desvencilhar-se do invólucro era necessário ao fortalecimento das asas.

A vida é um somatório de lutas. Há períodos de regozijo, saúde, paz e felicidade. É quando estamos no pico. Há dias de tristeza, angústia,  dor e decepções. É quando estamos no vale. Aquele que muito sofreu e muito lutou dá valor à vida. Não é qualquer descompasso que lhe arrefece o ânimo. Está preparado para as grandes batalhas e desafios.  

Lembremo-nos das palavras confortadoras do Senhor Jesus: “Eis que chega a hora, e já se aproxima, em que vós sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só, mas não estou só, porque o Pai está comigo. Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16.32-33).

Autor: Pr Airton Evangelista da Costa

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