"Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória, ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém." Judas 1:24,25
Ouço, recebo, leio, vejo, vivo e compartilho: Textos bíblicos, vídeos, mensagens, testemunhos, reflexões e estudos de vários autores, e muito mais da Palavra de Deus, para a minha e para a sua edificação espiritual...
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
UM TAPINHA NO TRASEIRO
O reino de Judá, no Antigo Testamento, precisava de um
tapinha no traseiro, um beliscão no braço, um cascudo na cabeça. Eles haviam se
rebelado contra Deus, pelo que Deus os julgou sumária e diretamente, por meio
do profeta Isaias e de nações estrangeiras.
Eles mereciam ser repreendidos e punidos, mas Deus, na sua
sabedoria infinita e didática, simplesmente abriu os olhos deles.
“A visão de vocês é curta demais por causa do seu
sofrimento”, Ele disse. “Vocês focalizam o que não tem – não tem uma nação, não
tem unidade, não tem exército. Deixem isso para lá!
Estendam suas tendas um pouco e vivam como se tivessem tudo
isso, porque vocês têm! Vocês têm minha profecia de uma nação poderosa. Vocês
têm meu amor imorredouro. Meu perdão. Meu poder. Vocês me têm a mim!”
Há dias em quando eu preciso de uma visão dessas. Fico facilmente
cansada. E, quando me canso, quero me recolher às “tendas“ da piedade, da
frustração e da raiva. Minhas pequenas tendas são confortáveis. Embora escuras
e acanhadas sinto algum conforto nelas.
Mas não por muito tempo. Deus me diz em Isaias 54.5 que o
meu Criador é meu marido, e Ele deseja
minha companhia sob uma tenda maior para que eu possa expandir o Seu reino com
Ele. E conforme faço isso, encontro a brisa fresca de novas forças para lidar
com minha autopiedade, frustração e raiva. E sou renovada.
Autora: Joni Eareckson Tada
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Ashbel Green Simonton
Simonton nasceu em West Hanover, estado da Pensilvânia, nos EUA, sendo o nono e último filho de um conceituado médico, deputado federal e devoto cristão. Ao batizarem o filho, os pais o dedicaram a Deus e ao ministério do evangelho. Sendo muito honesto consigo mesmo, não se sentia um bom cristão.
No seu diário, transcrito em parte no livro “Simonton”, podemos
ver sua luta interna. Aos 22 anos, sentiu uma necessidade de buscar seriamente
a Deus pela oração e cuidadosamente leitura da Bíblia. Fez então sua pública
profissão de fé e seguiu para o seminário de Princeton. Durante o curso, a
idéia de ser missionário não o deixava em paz, até que escreveu à junta de
missões se oferecendo para trabalho no Brasil.
Depois de 54 dias num barco a vela, Simonton entrou na baía de
Guanabara. Era agosto de 1859. Diz o seu diário: “É difícil descrever as
emoções com que saudei esses píncaros elevados (o Pão de Açúcar e Corcovado). O
sentimento predominante é de alegria, pela conclusão feliz da longa jornada,
aliado ao temor da grande responsabilidade e dos problemas dos trabalho que me
espera”.
A primeira tarefa a que se dedicou de corpo e alma foi a de
aprender a língua portuguesa. Procurava conversar tanto com adultos como
crianças, sempre estudando e se aprimorando, até que dominou o português tanto
na fala como na escrita. Este fato muito contribuiu para o sucesso do jornal
“Imprensa Evangélica”, cujo primeiro número foi publicado em novembro de 1864.
Entre as metas cardinais para a implantação do reino de Jesus
Cristo no Brasil, Simonton realçava a importância de literatura evangélica. “A
Bíblia, e também livros e folhetos evangélicos, devem inundar o Brasil. É
impossível envolver um país tão vasto sem o auxílio da palavra impressa “.
Muitos liam e reliam a “Imprensa Evangélica”, na qual Simonton publicava
editoriais e seus sermões, além de contribuições de outros. Passados muitos
anos, ainda havia um crente chamado Juca, que morava no Rio das Antas e ainda
preservava sua coleção, recitando de memória trechos dos sermões de Simonton.
Em seu primeiro ano no Brasil, iniciou uma Escola Dominical com
os filhos de amigos e vizinhos. Em seu diário escreve: “Este é o primeiro ano
completo que passo no Brasil. Essa escola, algumas Bíblias e folhetos postos em
circulação, constituem o conjunto do meu trabalho entre os brasileiros. Sinto a
minha falta de fé e oro por sucesso. Almejo por pregar Cristo mais
experimentalmente por ser capaz de falar daquilo que conheço, porque Cristo o
revelou a mim”. Não tardou a fundação de uma igreja em 1862, recebendo duas pessoas
por pública profissão de fé.
Nesse ano Simonton fez uma viagem aos EUA para ver sua mãe
enferma e prestar relatórios às igrejas. Também conheceu Helen Murdoch, com
quem se casou em março de 1863. O diário diz: “Para mim, meu futuro lar no
Brasil colore-se de cores vivas. Dou graças a Deus por me ter provido graça,
coragem e amor no coração daquela a quem dediquei afeições, a ponto de se
dispor a separar-se de amigos, do lar e da terra natal, a fim de compartilhar
da minha vida o dos meus labores”.
Voltaram ao Brasil. Foi um ano de alegrias inéditas até o
nascimento de sua primeira filhinha. Nove dias depois, diz o diário: “Que Deus
tenha misericórdia de mim, pois águas profundas rolam agora sobre minha alma.
Helen jaz num caixão, na sala. Deus a tirou tão rapidamente que tudo ainda
parece sonho”. Depois de algum tempo a pequena Helen foi para a casa dos tios,
missionários em São Paulo. O versículo que sustentara Simonton no passado ainda
falava ao seu coração: “Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos”.
Simonton, agora mais que nunca, vivia pelo trabalho de
compartilhar Cristo. Nesta época o padre José Manoel da Conceição professou a
sua fé em Cristo e foi batizado. Simonton e conceição foram grandes
colaboradores no trabalho de implantação da igreja nestes primeiros tempos,
cooperando também na “Imprensa Evangélica”, cuja influência não foi alcançada
por nenhuma outra agência empregada pela missão.
O ano de 1865 viu a organização do primeiro presbitério e o Sr.
Conceição foi ordenado o primeiro ministro presbiteriano brasileiro. Nesta
época, quando o Presidente Lincoln foi morto, Simonton pregou o sermão usando
como texto o salmo 46:1-3. sermão que tocou os corações de crentes e
descrentes.
No final de 1866, diz o diário: “No retrospecto de minha própria
vida durante o ano que agora se finda, sinto-me culpado. Aponto algumas obras
realizadas da melhor maneira possível, mas em medida tenho eu progredido na
direção do céu? Aí é que me sinto em falta. Não consigo ir além da prece do
publicano ‘Tem misericórdia de mim, pecador’. Como suspiro por um coração
inteiramente dominado por Cristo!”
Fundou no Rio a primeira Escola Dominical e Igreja
Presbiteriana, um jornal, um presbitério e, agora, um seminário para alcançar
uma outra meta principal: “ a formação de um ministério nacional idôneo, isto
é, pastores brasileiros para brasileiros”. Cristo certamente o vinha dominando.
Sem o saber, chegara ao seu último ano de ministério. No prédio
da igreja no Rio funcionava uma escola primária com 70 alunos. Escolas para os
filhos de crentes também eram uma meta principal. Continuava a viajar pelo
interior, pregando e zelando pelo testemunho fiel de cada membro e pela
evangelização pessoal, cada crente comunicando o evangelho a outra pessoa.
Em seu dia a dia, Simonton vivia o que pregava. Neste curto
ministério de oito anos recebeu 80 pessoas na igreja, fruto visível de uma vida
consagrada a Deus. Em dezembro de 1867, contando somente com 34 anos, Simonton
morreu em São Paulo, vítima de febre amarela. Dois dias antes de sua morte, sua
irmã perguntou se tinha alguma palavra à sua igreja no Rio. Simonton replicou:
“Deus levantará alguém para tomar o meu lugar. Ele usará os seus instrumentos
para o Seus trabalho”. E assim o tem feito. Louvado seja o Senhor!
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
O FUTURO É AGORA
Às vezes pensamos que vamos começar a viver em alguma data futura...Nosso impulso para o futuro imaginário evita que desfrutemos o presente. Transforma-se simplesmente em um passo...sem nenhum significado próprio. Lavo a louça para poder ir lavar a roupa...Leio para os meus filhos pra poder aumentar o vocabulário deles.
Mas a escritora americana, Sophie Kerr, disse: " O futuro é agora!" Formamos o nosso futuro conforme lidamos com o presente...Em cada momento o verdadeiro futuro para o meu verdadeiro eu é agora. O que significa isso? O "futuro é agora" significa que você está sentada na presença de Deus. Saber que o futuro é agora, que cada momento é do Senhor, liberta-nos de considerarmos a vida inteira como um trabalho.
Um professor de teatro na faculdade que frequentei demonstrou o que significa reconhecer o futuro como sendo presente. Ele chegava ao campus antes das sete horas, todas as manhãs...Ficava no campus, com frequência até as vinte e duas horas. Trabalhava muito e era criativo, mas recusava-se terminantemente a participar de qualquer simples reunião ou conferência no final da tarde. Às quinze e trinta, todos os dias, ia para casa tomar café. Então levava seu cachorro orelhudo para passear pelo campo. faziam essa caminhada em qualquer época do ano. Andavam tanto sobre folhas secas crepitante, quanto chapinhavam no caminho molhado pela garoa.
Ele chamava o seu cão de "Epife", uma abreviação da palavra "epifania". batizou-o com esse nome. Como estudante da faculdade e sua aluna, eu pensava que não passava de uma escolha ridícula de nome, mas agora, quando olho para trás, eu o aprovo.
Uma epifania é uma súbita manifestação da natureza essencial de alguma coisa. Também é a manifestação de um ser divino. Nosso conhecimento de Deus, nosso senso de sua presença, geralmente vem quando paramos de trabalhar e "passeamos com nosso cachorro" - seja qual for a forma que tome essa caminhada para nós. Podemos ser novamente tocados pelo eterno, e o futuro pode ser agora.
Ser tocado por esses momentos de epifania é viver não apenas nas três dimensões do espaço e na quarta dimensão do tempo, mas também em uma quinta dimensão que se estende até o nosso Deus.
Autora: Carol Van Klompenburg
Extraído da Bíblia Devocional da Mulher
Ver: Hebreus 3
Mas a escritora americana, Sophie Kerr, disse: " O futuro é agora!" Formamos o nosso futuro conforme lidamos com o presente...Em cada momento o verdadeiro futuro para o meu verdadeiro eu é agora. O que significa isso? O "futuro é agora" significa que você está sentada na presença de Deus. Saber que o futuro é agora, que cada momento é do Senhor, liberta-nos de considerarmos a vida inteira como um trabalho.
Um professor de teatro na faculdade que frequentei demonstrou o que significa reconhecer o futuro como sendo presente. Ele chegava ao campus antes das sete horas, todas as manhãs...Ficava no campus, com frequência até as vinte e duas horas. Trabalhava muito e era criativo, mas recusava-se terminantemente a participar de qualquer simples reunião ou conferência no final da tarde. Às quinze e trinta, todos os dias, ia para casa tomar café. Então levava seu cachorro orelhudo para passear pelo campo. faziam essa caminhada em qualquer época do ano. Andavam tanto sobre folhas secas crepitante, quanto chapinhavam no caminho molhado pela garoa.
Ele chamava o seu cão de "Epife", uma abreviação da palavra "epifania". batizou-o com esse nome. Como estudante da faculdade e sua aluna, eu pensava que não passava de uma escolha ridícula de nome, mas agora, quando olho para trás, eu o aprovo.
Uma epifania é uma súbita manifestação da natureza essencial de alguma coisa. Também é a manifestação de um ser divino. Nosso conhecimento de Deus, nosso senso de sua presença, geralmente vem quando paramos de trabalhar e "passeamos com nosso cachorro" - seja qual for a forma que tome essa caminhada para nós. Podemos ser novamente tocados pelo eterno, e o futuro pode ser agora.
Ser tocado por esses momentos de epifania é viver não apenas nas três dimensões do espaço e na quarta dimensão do tempo, mas também em uma quinta dimensão que se estende até o nosso Deus.
Autora: Carol Van Klompenburg
Extraído da Bíblia Devocional da Mulher
Ver: Hebreus 3
HEBREUS - Capítulo 3
Ele foi fiel àquele que o havia constituído, assim como Moisés foi fiel em toda a casa de Deus.
Jesus foi considerado digno de maior glória do que Moisés, da mesma forma que o construtor de uma casa tem mais honra do que a própria casa.
Pois toda casa é construída por alguém, mas Deus é o edificador de tudo.
Moisés foi fiel como servo em toda a casa de Deus, dando testemunho do que haveria de ser dito no futuro,
mas Cristo é fiel como Filho sobre a casa de Deus; e esta casa somos nós, se é que nos apegamos firmemente à confiança e à esperança da qual nos gloriamos.
Assim, como diz o Espírito Santo: "Hoje, se vocês ouvirem a sua voz,
não endureçam o coração, como na rebelião, durante o tempo de provação no deserto,
onde os seus antepassados me tentaram, pondo-me à prova, apesar de, durante quarenta anos, terem visto o que eu fiz.
Por isso fiquei irado contra aquela geração e disse: Os seus corações estão sempre se desviando, e eles não reconheceram os meus caminhos.
Assim jurei na minha ira: Jamais entrarão no meu descanso".
Cuidado, irmãos, para que nenhum de vocês tenha coração perverso e incrédulo, que se afaste do Deus vivo.
Pelo contrário, encorajem-se uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama "hoje", de modo que nenhum de vocês seja endurecido pelo engano do pecado,
pois passamos a ser participantes de Cristo, desde que, de fato, nos apeguemos até o fim à confiança que tivemos no princípio.
Por isso é que se diz: "Se hoje vocês ouvirem a sua voz, não endureçam o coração, como na rebelião".
Quem foram os que ouviram e se rebelaram? Não foram todos os que Moisés tirou do Egito?
Contra quem Deus esteve irado durante quarenta anos? Não foi contra aqueles que pecaram, cujos corpos caíram no deserto?
E a quem jurou que nunca haveriam de entrar no seu descanso? Não foi àqueles que foram desobedientes?
Vemos, assim, que foi por causa da incredulidade que não puderam entrar.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
TITO 3:1-15
Admoesta-os a que se sujeitem aos principados e potestades, que lhes obedeçam, e estejam preparados para toda a boa obra;
Que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas modestos, mostrando toda a mansidão para com todos os homens.
Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros.
Mas quando apareceu a benignidade e amor de Deus, nosso Salvador, para com os homens,
Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo,
Que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo nosso Salvador;
Para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros segundo a esperança da vida eterna.
Fiel é a palavra, e isto quero que deveras afirmes, para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens.
Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs.
Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o,
Sabendo que esse tal está pervertido, e peca, estando já em si mesmo condenado.
Quando te enviar Artemas, ou Tíquico, procura vir ter comigo a Nicópolis; porque deliberei invernar ali.
Acompanha com muito cuidado Zenas, doutor da lei, e Apolo, para que nada lhes falte.
E os nossos aprendam também a aplicar-se às boas obras, nas coisas necessárias, para que não sejam infrutuosos.
Saúdam-te todos os que estão comigo. Saúda tu os que nos amam na fé. A graça seja com vós todos. Amém.
domingo, 28 de outubro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
AS CASAS DE JOSÉ
Mesmo que o sonho e a realidade pareçam incompatíveis, o caráter precisa
resistir à decepção.
A história de José do Egito pode ser avaliada em função de suas fases, ilustradas pelas casas por onde ele passou (Gn.37-41).
NA CASA DO PAI – construção da base
Durante a infância e adolescência, José viveu com seu pai Jacó. Aquele foi o tempo de formação do caráter e da fé, com muita aprendizagem, mas caracterizado, principalmente, pelo amor paterno, com proteção e cuidado. José era como um passarinho no ninho. Foi um tempo precioso, mas ele precisava sair de sua zona de conforto para alcançar o máximo do seu potencial. Nessa época, José sonhou com o propósito de Deus para a sua vida.
NA CASA DE POTIFAR – provação da fé
José havia sonhado que seria um líder, mas tornou-se um escravo, experimentando uma mudança compulsória e drástica em sua vida. Continuaria aprendendo muito, mas não poderia contar mais com o carinho do pai. Mesmo sendo escravo, José se viu diante da possibilidade de fazer algumas escolhas pessoais e assumir as responsabilidades da vida adulta. Aquela casa representou uma época de treinamento, com muito trabalho e provação. Era hora de usar os antigos ensinamentos do pai.
Mesmo tendo perdido sua família, José ainda respeitava a família do próximo. Após resistir às investidas da mulher de Potifar, José foi acusado do que hoje se conhece como assédio sexual. Aos olhos humanos, aquele jovem estava reprovado, mas este não era o conceito divino a seu respeito.
Em seguida, José foi para a prisão, um anexo da casa de Potifar, vivendo ali anos de injustiça e sofrimento, mas a aprendizagem continuava. A despeito de qualquer expectativa e prováveis orações, a situação daquele homem parecia piorar. Além de ser estrangeiro e escravo, ele seria lembrado como estuprador e presidiário. O que José poderia esperar? Ele mesmo não sabia muito bem, mas seu compromisso com Deus permanecia de pé.
NA CASA DE FARAÓ - Reconhecimento, realização, plenitude e recompensa
Quando o soberano do Egito precisou de alguém que pudesse interpretar seus sonhos, o copeiro lembrou-se de José, que foi chamado ao palácio. Era chegado o tempo da realização e da recompensa. Faraó percebeu o potencial de José e o colocou como governador do Egito. O currículo de José não era dos melhores, mas o poder de Faraó dispensava históricos e opiniões contrárias. Como poderia um escravo estrangeiro tornar-se governador? Deus contraria as expectativas e nos coloca onde ele quer.
Nossas vidas também se dividem em fases. O leitor desta mensagem saberá identificar em qual "casa" se encontra. O sonho e a realidade podem parecer incompatíveis, mas o caráter precisa resistir à decepção. Apesar das perdas e do sofrimento, José não perdeu a fé nem a fidelidade no meio do caminho. Cada "casa" tem suas particularidades, seus limites, seus problemas, desafios e propósitos. Erramos quando não os reconhecemos.
Sempre é tempo de aprender, mas este aspecto deve ser supervalorizado pelos mais jovens. Depois, não fuja do trabalho. Sobretudo, não pense que os sofrimentos e as injustiças sejam coisas anormais na vida. Fazem parte do caminho.
Foi na casa de Faraó que toda a história de José passou a fazer sentido. Foi ali que ele encontrou sua esposa e viu como foi importante resistir às tentações no passado.
Estejamos certos de que, no final, todos os filhos de Deus verão realizados os propósitos divinos em suas vidas. E no fim da jornada, moraremos para sempre na casa do nosso pai eterno.
Pr.Anísio Renato de Andrade
www.anisiorenato.com
A história de José do Egito pode ser avaliada em função de suas fases, ilustradas pelas casas por onde ele passou (Gn.37-41).
NA CASA DO PAI – construção da base
Durante a infância e adolescência, José viveu com seu pai Jacó. Aquele foi o tempo de formação do caráter e da fé, com muita aprendizagem, mas caracterizado, principalmente, pelo amor paterno, com proteção e cuidado. José era como um passarinho no ninho. Foi um tempo precioso, mas ele precisava sair de sua zona de conforto para alcançar o máximo do seu potencial. Nessa época, José sonhou com o propósito de Deus para a sua vida.
NA CASA DE POTIFAR – provação da fé
José havia sonhado que seria um líder, mas tornou-se um escravo, experimentando uma mudança compulsória e drástica em sua vida. Continuaria aprendendo muito, mas não poderia contar mais com o carinho do pai. Mesmo sendo escravo, José se viu diante da possibilidade de fazer algumas escolhas pessoais e assumir as responsabilidades da vida adulta. Aquela casa representou uma época de treinamento, com muito trabalho e provação. Era hora de usar os antigos ensinamentos do pai.
Mesmo tendo perdido sua família, José ainda respeitava a família do próximo. Após resistir às investidas da mulher de Potifar, José foi acusado do que hoje se conhece como assédio sexual. Aos olhos humanos, aquele jovem estava reprovado, mas este não era o conceito divino a seu respeito.
Em seguida, José foi para a prisão, um anexo da casa de Potifar, vivendo ali anos de injustiça e sofrimento, mas a aprendizagem continuava. A despeito de qualquer expectativa e prováveis orações, a situação daquele homem parecia piorar. Além de ser estrangeiro e escravo, ele seria lembrado como estuprador e presidiário. O que José poderia esperar? Ele mesmo não sabia muito bem, mas seu compromisso com Deus permanecia de pé.
NA CASA DE FARAÓ - Reconhecimento, realização, plenitude e recompensa
Quando o soberano do Egito precisou de alguém que pudesse interpretar seus sonhos, o copeiro lembrou-se de José, que foi chamado ao palácio. Era chegado o tempo da realização e da recompensa. Faraó percebeu o potencial de José e o colocou como governador do Egito. O currículo de José não era dos melhores, mas o poder de Faraó dispensava históricos e opiniões contrárias. Como poderia um escravo estrangeiro tornar-se governador? Deus contraria as expectativas e nos coloca onde ele quer.
Nossas vidas também se dividem em fases. O leitor desta mensagem saberá identificar em qual "casa" se encontra. O sonho e a realidade podem parecer incompatíveis, mas o caráter precisa resistir à decepção. Apesar das perdas e do sofrimento, José não perdeu a fé nem a fidelidade no meio do caminho. Cada "casa" tem suas particularidades, seus limites, seus problemas, desafios e propósitos. Erramos quando não os reconhecemos.
Sempre é tempo de aprender, mas este aspecto deve ser supervalorizado pelos mais jovens. Depois, não fuja do trabalho. Sobretudo, não pense que os sofrimentos e as injustiças sejam coisas anormais na vida. Fazem parte do caminho.
Foi na casa de Faraó que toda a história de José passou a fazer sentido. Foi ali que ele encontrou sua esposa e viu como foi importante resistir às tentações no passado.
Estejamos certos de que, no final, todos os filhos de Deus verão realizados os propósitos divinos em suas vidas. E no fim da jornada, moraremos para sempre na casa do nosso pai eterno.
Pr.Anísio Renato de Andrade
www.anisiorenato.com
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
ESTEJA ALERTA
"O Espírito Santo...vos ensinará...e vos fará lembrar de tudo que vos tenho dito" - João 14.26
O que você lembra do sermão do último domingo? O título? Uma citação? Nada? Bem, e quanto ao que você leu no seu devocional na semana passada? Deu um branco? Você não é o único. Porque é tão difícil lembrar, e mais ainda aplicar os princípios que lemos e ouvimos? Jesus disse que é porque tão logo a semente da Palavra de Deus é semeada em nossos corações, "Satanás vem imediatamente e a leva embora" (Marcos 4.15). Ele é perito em roubar. Ele se utilizará de qualquer artifício que funcione para isso.
Por exemplo, Ele se certificará de que você entre em uma discussão no caminho da igreja para casa, a fim de que tudo que você ouviu vá direto para a lata do lixo. Alguma vez isso já aconteceu com você??? Comigo já! Ou usará algum problema de trabalho para mantê-lo tão envolvido que não conseguirá se concentrar em mais nada. Com que frequência você já passou por esse tipo de situação? E ele não espera uma semana, e nem mesmo uma hora para fazê-lo. Na verdade, ele faz isso "imediatamente", para que a Palavra não crie raízes e dê frutos em sua vida. Às vezes nós chegamos em casa depois de um culto abençoado, vamos direto para a televisão e não deixamos a Palavra de Deus sedimentar em nossos corações e mentes. Quantas vezes já foi assim com você? Eu tenho cometido esse erro inúmeras vezes.
Paulo disse, "A nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os dominadores deste mundo tenebroso" (Efésios 6.12). Reconhecer as estratégias de Satanás pode impedir que você caia em armadilhas. "Estejam alertas e vigiem. O diabo, inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando quem possa devorar. E o que ele mais deseja é pegá-los cochilando" (1Pedro 5.8). Estejamos atentos. Estamos em guerra espiritual. Não podemos nos dar ao luxo de baixar a guarda nem por um segundo! Mas há uma boa notícia para quem busca o Espírito Santo: você não está sozinho. O seu Comandante Supremo prometeu que "o Espírito Santo...vos ensinará...e vos fará lembrar tudo quanto vos tenho dito."
Fonte: Devocional PROAV - Projeto Água Viva
O que você lembra do sermão do último domingo? O título? Uma citação? Nada? Bem, e quanto ao que você leu no seu devocional na semana passada? Deu um branco? Você não é o único. Porque é tão difícil lembrar, e mais ainda aplicar os princípios que lemos e ouvimos? Jesus disse que é porque tão logo a semente da Palavra de Deus é semeada em nossos corações, "Satanás vem imediatamente e a leva embora" (Marcos 4.15). Ele é perito em roubar. Ele se utilizará de qualquer artifício que funcione para isso.
Por exemplo, Ele se certificará de que você entre em uma discussão no caminho da igreja para casa, a fim de que tudo que você ouviu vá direto para a lata do lixo. Alguma vez isso já aconteceu com você??? Comigo já! Ou usará algum problema de trabalho para mantê-lo tão envolvido que não conseguirá se concentrar em mais nada. Com que frequência você já passou por esse tipo de situação? E ele não espera uma semana, e nem mesmo uma hora para fazê-lo. Na verdade, ele faz isso "imediatamente", para que a Palavra não crie raízes e dê frutos em sua vida. Às vezes nós chegamos em casa depois de um culto abençoado, vamos direto para a televisão e não deixamos a Palavra de Deus sedimentar em nossos corações e mentes. Quantas vezes já foi assim com você? Eu tenho cometido esse erro inúmeras vezes.
Paulo disse, "A nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os dominadores deste mundo tenebroso" (Efésios 6.12). Reconhecer as estratégias de Satanás pode impedir que você caia em armadilhas. "Estejam alertas e vigiem. O diabo, inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando quem possa devorar. E o que ele mais deseja é pegá-los cochilando" (1Pedro 5.8). Estejamos atentos. Estamos em guerra espiritual. Não podemos nos dar ao luxo de baixar a guarda nem por um segundo! Mas há uma boa notícia para quem busca o Espírito Santo: você não está sozinho. O seu Comandante Supremo prometeu que "o Espírito Santo...vos ensinará...e vos fará lembrar tudo quanto vos tenho dito."
Fonte: Devocional PROAV - Projeto Água Viva
terça-feira, 23 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
ORE POR SEUS RELACIONAMENTOS
Nos relacionamentos, os ferimentos graves com frequência podem ser fatais. Mesmo quando as relações não são completamente destruídas, as feridas podem levar anos para cicatrizar. É mais fácil proteger nossos relacionamentos com oração do que consertá-los. A maneira como aprendemos a lidar, viver e interagir em nossos relacionamentos ao longo de nosso crescimento, será levada para a idade adulta e afeta cada um dos relacionamentos importantes que construirmos no presente. E talvez seja exatamente dessa forma que o inimigo das nossas almas tente destrui-los. Ore pedindo a Deus que a faça uma boa amiga para outras pessoas e lhe dê um coração puro e amoroso em todos os seus relacionamentos. Ore especialmente pelas pessoas com as quais você vive. A Bíblia diz que “TODA casa dividida contra si mesma não subsistirá.” (Mateus 12.25). Não é possível ter paz, se você está vivendo em discórdia com alguém em seu lar.
Não deixe seus relacionamentos por conta do acaso. Ore para que pessoas
tementes a Deus venham fazer parte de sua vida. Pessoas com as quais você possa
associar-se. Não force relacionamentos. Ore para eles acontecerem. Então,
quando se iniciarem, cuide deles com orações. Isso não significa que você
precisa ter uma multidão de amigos. Há uma grande força em um pequeno número de
pessoas quando estão envolvidas e são firmes no Senhor. A qualidade de seus
relacionamentos é mais importante do que a quantidade.
Ao longo de toda a sua vida, os relacionamentos serão essenciais para
sua felicidade. Não é saudável ficar isolada, emocional ou espiritualmente. Os
relacionamentos corretos a enriquecerão e lhe proporcionarão equilíbrio e
perspectiva saudável. Pessoas tementes a Deus ajudam você a andar na direção
certa, e a bondade delas será passada para você. A qualidade de seus
relacionamentos determina a qualidade de sua vida. E isso é algo digno de se
tornar motivo de oração.
Extraido do livro “O Poder da Mulher que Ora”
Editora Mundo Cristão
Autora- Stormie Omartian
sábado, 20 de outubro de 2012
NO MUNDO TEREIS AFLIÇÕES
É muito animador saber que assim como em qualquer
aspecto da nossa vida há luzes e sombras, também na vida cristã existem vales e
montanhas. Muitos pensam que depois de se tornarem crentes, automaticamente sua
vida se tornará um glorioso jardim de delícias (muitos hoje até fazem desse
pensamento uma falsa doutrina). Isso não é verdade. Pode ser que se torne até
um jardim de aflições, como aconteceu com nosso Salvador, quando passou pelo
Getsêmani. Não é possível a existência de montanhas sem vales, e, mesmo no alto
da montanha podem ocorrer experiências duras.
Só porque o pastor já foi à nossa frente e
providenciou todos os meios possíveis para a segurança e o bem estar de suas
ovelhas pelo tempo em que estarão na pastagem de verão, não significa ausência
de problemas ali. Os predadores podem atacar; ervas daninhas crescem ali
também; tempestades e ventanias podem varrer os picos altos...Muitos acidentes
podem acontecer no planalto.
Contudo, com seu amor e interesse por nós, Cristo
ainda cuida para que tenhamos algumas alegrias em meio às nossas tristezas: dias
felizes em meio a escuridão; dias ensolarados entre os sombrios.
Extraído de "Nada me Faltará"
de Phillip Keller
Editora Betânia
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
2 Timóteo 2
Tu, pois, meu filho, fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus.
E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.
Sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo.
Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra.
E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente.
O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a gozar dos frutos.
Considera o que digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo.
Lembra-te de que Jesus Cristo, que é da descendência de Davi, ressuscitou dentre os mortos, segundo o meu evangelho;
Por isso sofro trabalhos e até prisões, como um malfeitor; mas a palavra de Deus não está presa.
Portanto, tudo sofro por amor dos escolhidos, para que também eles alcancem a salvação que está em Cristo Jesus com glória eterna.
Palavra fiel é esta: que, se morrermos com ele, também com ele viveremos;
Se sofrermos, também com ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará;
Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.
Traze estas coisas à memória, ordenando-lhes diante do Senhor que não tenham contendas de palavras, que para nada aproveitam e são para perversão dos ouvintes.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade.
E a palavra desses roerá como gangrena; entre os quais são Himeneu e Fileto;
Os quais se desviaram da verdade, dizendo que a ressurreição era já feita, e perverteram a fé de alguns.
Todavia o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniquidade.
Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra.
De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra.
Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor.
E rejeita as questões loucas, e sem instrução, sabendo que produzem contendas.
E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor;
Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade,
E tornarem a despertar, desprendendo-se dos laços do diabo, em que à vontade dele estão presos.
2 Timóteo 2:1-26
domingo, 14 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Provérbios de Salomão
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Filho
meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensino de tua mãe.
Provérbios 1.8
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Atualmente esse versículo do livro de Provérbios está sendo trocado pelos conselhos dos amigos, dos namorados, dos primos, enfim, de todos menos os dos pais. Na atualidade as novelas dão conselhos, os filmes dão conselhos, revistas dão conselhos, livros de auto-ajuda dão conselhos, mas a Bíblia e os pais são sempre os últimos a serem consultados. Como resultado temos diversas situações que tem sido evidenciadas em jornais, revistas e na televisão nas quais jovens têm engravidado, se afundado em drogas, sendo presos, têm dado fim às próprias vidas, não diretamente, mas de uma maneira lenta que começa quando não dão ouvidos ao “Não faça isso meu filho”. Muitas vezes ficamos implicados com nossos pais, pois eles não nos deixam fazer as coisas que queremos. Porém, não levamos em conta as inúmeras experiências que eles adquiriram com seus vários anos de vida a mais que os nossos. Não levamos em conta que nossos pais querem apenas nosso bem, embora, em várias situações, eles não saibam como expressar isso; mas querem nos proporcionar o melhor da vida. Entretanto, os “amigos” sempre nos apóiam. Eles sempre têm novidades do mundo, novidades da vida noturna, novidades de bebidas e entorpecentes, mas nunca uma novidade que nos desagrade. Apenas quando estamos no mais fundo do poço eles dizem que não querem mais nada conosco. Nesse momento, as únicas pessoas que estendem a mão para nós são aqueles a quem não dávamos ouvido, os pais. Portanto, você filho que tem deixado de lado as palavras de carinho e cuidado dos pais, pensando que é apenas uma implicância, pare e leia os jornais vendo o que tem ocorrido no mundo de hoje com pessoas cada vez mais jovens. Mas peço que você leia principalmente a Bíblia e perceba que a submissão não é uma tortura, mas, sim, uma forma de direcionamento para uma vida plena, próspera e feliz. Medite no que encontramos no livro de Lucas 11.11: “E qual o pai dentre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente?” Quando meditar nisso de todo seu coração vai perceber que não pode deixar que festas e baladas noturnas sejam mais importantes que um conselho ou um pedido carinhoso de uma mãe ou um pai. Carinhosamente em Cristo, Breno Amaral |
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
O “MILAGRE TECNOLÓGICO”
“Mas o
publicano... nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: ‘Deus,
tem misericórdia de mim, que sou pecador.’” Lucas 18:13
O ser humano evoluiu com espanto e rapidez no campo da tecnologia e da ciência. A era digital revolucionou o mundo dos negócios, o comportamento, o lazer, a vida e presenciamos um verdadeiro “milagre tecnológico” de dimensão global.
A tristeza é saber que todo o progresso científico e tecnológico não tornou a natureza humana melhor. O egoísmo, o preconceito, o ódio, a cobiça, a desigualdade, a violência continuam entre nós e até aumentaram.
O que muda quando comparecemos diante de Deus? Nada! Somos o mato que seca no campo; o pó que volta à terra. Continuamos com um coração “doente demais para ser curado.” (Jeremias 17.9) Em nós nada há que possa agradar a Deus. Somos efêmeros e nossa vida “é como uma neblina passageira, que aparece de repente e logo depois desaparece.” (Tiago 4.14) A tecnologia não nos aproxima de Deus e o progresso científico não são conquistas que geram méritos diante dele. De forma alguma os computadores ou códigos genéticos nos levarão a Deus, mas sim a velha e rude cruz, onde Cristo morreu. Ele perdoa nosso pecado e nos torna dignos diante do Pai. Portanto, dependamos cada vez mais não da ciência ou tecnologia, mas da misericórdia e do amor de Cristo Jesus.
A tecnologia e o progresso não nos aproximam de Deus, nem são conquistas que geram méritos diante dele.
Fonte: Devocionais Luz Para o Caminho
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
ORAÇÃO PEDINDO DILIGÊNCIA
Susanna Wesley
sábado, 15 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Um Testemunho do Poder da Oração
A oração realiza grandes
coisas -
21 abr
2011Oriente Médio
“A oração
realiza grandes coisas. Algumas vezes, quando oramos, não enxergamos o
resultado de nossa oração. Outras vezes, você vai ouvir que a reunião de oração
da qual participou foi diretamente usada pelo Senhor, e que um dos nossos
irmãos foi abençoado no exato momento em que você intercedeu por ele”, afirma
Michael, um dos colaboradores do Oriente Médio.
Ele
continua: “Nadia, por exemplo, passou alguns meses na prisão apenas por ser
cristã. Um de nossos colaboradores se encontrou com ela e Nadia contou sua
história. Em uma ocasião, ela disse para os oficiais da prisão que não daria
nenhuma informação sobre as pessoas que ela conhecia ou sobre seu marido;
apenas falaria sobre si mesma. Isso fez com que ela ficasse em uma solitária
por 4 dias. Essa cela mede 2m x 3m. “Fazia muito frio lá”, ela conta. “E não
havia banheiro, nem nada disso. Em certo momento, estava com muito frio e a
experiência foi muito difícil. De repente, senti uma brisa quente soprando em
meu rosto; tão quente que quando respirei fundo e o ar entrou em meus pulmões,
comecei a tossir”.
Ela não
tinha ideia de onde aquele calor vinha e, ao mesmo tempo, estava muito feliz.
Essa sensação de alegria a invadiu de tal forma que Nadia começou a dançar na
cela. Ela estava confusa. Ela se perguntava como conseguia sentir calor em um
lugar frio como aquele? “Então, eu ouvi uma voz”, ela enfatiza que não era uma
voz interna, e sim audível, “como se alguém dentro da cela estivesse dizendo:
‘Isso é porque pessoas estão orando por você. Esse é o espírito de alegria que
está sobre você’”.
Tempos
depois, quando foi solta, Nadia compartilhou sua experiência na cela da prisão
com a sua irmã. Quando ela contou quando o fato havia ocorrido, sua irmã disse
que era a hora e o dia exatos em que 32 cristãos se encontraram para orar por
ela. Dois cristãos foram para outro lugar para representar Nadia e outro
cristão que estava preso, enquanto os outros 30 irmãos se reuniram para pedir a
Deus que os confortasse e enviasse seu espírito de alegria sobre eles.
Michael
encerra o relato dizendo: “O testemunho foi de grande encorajamento para esse
grupo de oração, e para todos os outros que dobram os seus joelhos para orar
por cristãos em situação semelhante”.
FontePortas
Abertas
TraduçãoDeborah
Stafussi
sábado, 1 de setembro de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
Brincando De Esconde-Esconde
(Provérbios. 16:20) - Feliz é aquele que confia no Senhor.
Se você deseja ver um homem realmente feliz, o
encontrará construindo um barco, escrevendo uma sinfonia, educando seu filho,
cultivando dálias em seu jardim.
Ele não estará procurando por felicidade como
quem busca um botão do colarinho que rolou para baixo do radiador.
Ele está ciente de que sua vida é feliz cada
momento das vinte e quatro horas do dia. (Lillian Eichler Watson).
Todos nós desejamos a felicidade.
Todos nós desejamos a felicidade.
Ninguém se alegra por ser infeliz.
Alguns não desfrutam deste privilégio porque
acham que a felicidade se resume em ter mais e mais.
Passam a vida procurando-a, mas nunca a
encontram.
A felicidade não está oculta, como na
brincadeira do esconde-esconde, mas está visível, diante de nós, pronta para
nos abraçar, pronta para fazer parte de nossas vidas.
Ela deseja habitar em todos os corações e, para
sermos felizes, basta que a recebamos na
Pessoa de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador.
Pessoa de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador.
Ele é a felicidade -- e estará conosco para
sempre.
Eu já citei, várias vezes, aqui nesta coluna, o verso bíblico que diz que primeiramente devemos buscar o reino de Deus, para que todas as coisas citadas no contexto bíblico do assunto sejam acrescentadas.
Eu já citei, várias vezes, aqui nesta coluna, o verso bíblico que diz que primeiramente devemos buscar o reino de Deus, para que todas as coisas citadas no contexto bíblico do assunto sejam acrescentadas.
A felicidade não consiste em buscar isso ou
aquilo, em ter a casa mais bonita ou o carro mais moderno, mas em estar
satisfeito com aquilo que Deus já nos deu.
Somos felizes pelo que temos, mesmo que seja
pouco.
Se Ele nos der mais... Muito mais... Serão
apenas bênçãos recebidas por uma pessoa
que encontrou a felicidade na presença do Senhor.
Quando Cristo está conosco, a felicidade faz abrir um largo sorriso em nosso rosto.
que encontrou a felicidade na presença do Senhor.
Quando Cristo está conosco, a felicidade faz abrir um largo sorriso em nosso rosto.
- Louvamos a Deus pela casa em que moramos,
mesmo que não seja uma mansão junto à praia.
- Agradecemos pelo carro velho ou até pelo
ônibus que nos leva aos lugares desejados, sentimo-nos bem-aventurados pelas
refeições sobre a mesa, por mais simples que sejam.
Somos felizes porque em todas essas situações,
Ele está presente, ao nosso lado, dizendo com ternura: "Eu
estou contigo, não temas".
Pare de brincar de esconde-esconde, tentando achar a felicidade.
Pare de brincar de esconde-esconde, tentando achar a felicidade.
Ela está apenas esperando o seu convite para
mudar completamente a sua vida.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
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