Durante todo o período correspondente às narrativas bíblicas, a agricultura foi uma das principais atividades econômicas. Nela se ocupava grande parte da população ativa. Por esta causa, a figura do lavrador e o seu trabalho aparecem com freqüência nas Sagradas Escrituras, servindo como ilustração para ensinos morais e espirituais diversos. O profeta Isaías estava perguntando: Será que lavrador lavra o tempo todo? Sabemos que não. Pois este é apenas o início do seu trabalho, que inclui muitas outras tarefas. A lida no campo pode ser resumida nas seguintes etapas: 1 – Lavrar – Depois de escolher uma boa terra, deve-se prepará-la, tirando pedras e ervas daninhas, nivelando e revolvendo o solo para que se torne receptivo e adequado para a semente. Nessa parte entra o trabalho com o arado, geralmente puxado por uma junta de bois, unidos pelo jugo. “Ninguém que lança mão do arado e olha para trás é apto para o reino de Deus” (Lc.9.61). “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas” (Mt.11.29). 2 - Semear – Além de preparar o solo, o homem do campo precisa selecionar a semente, conforme sua espécie, quantidade e qualidade, e lançá-la à terra. A semeadura parece um desperdício, uma perda. É como se a semente fosse jogada fora. Por isso muitos não semeiam. Preferem comer toda a semente, pois sua visão está apenas no aqui e no agora. O semeador vê o futuro e por isso renuncia sua semente no presente. “Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retires a tua mão; pois tu não sabes qual das duas prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão, igualmente boas” (Ec.11.6). “Semeai para vós em justiça, colhei segundo a misericórdia; lavrai o campo da lavoura; porque é tempo de buscar ao Senhor, até que venha e chova a justiça sobre vós” (Os.10.12). 3 – Esperar a chuva – Por mais que o homem do campo trabalhe, ele também depende de Deus. Quanto maior a lavoura, maior é essa dependência. O lavrador sabe que nem tudo está em suas mãos. Sua parte já foi feita, com muito esforço. Agora é preciso ter fé e paciência. “Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, e regozijai-vos no Senhor vosso Deus; porque ele vos dá em justa medida a chuva temporã, e faz descer abundante chuva, a temporã e a serôdia, como dantes” (Joel 2.23). 4 – Germinação – em contato com a água, a semente germina, lançando seus renovos. É vida que nasce da morte. A semente estava sepultada. Aquele parecia seu fim, mas Deus realiza o milagre do renascimento. A palavra que sai da boca de Deus é como a chuva. Ela cai em nossos corações e nos renova, vivifica e nos faz crescer. “Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo caindo na terra não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto” (João 12.24). “Porque, assim como a chuva e a neve descem dos céus e para lá não tornam, mas regam a terra, e a fazem produzir e brotar, para que dê semente ao semeador, e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei” (Is.55.10-11). 5 – Cuidar da lavoura – O agricultor precisa zelar pela plantação. Enquanto as plantas são pequenas, é necessário evitar que sejam pisadas. Em todo o tempo, é importante cuidar para que ninguém as arranque. É necessário também vigiar por causa das pragas, insetos, aves e animais. “Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas; pois as nossas vinhas estão em flor” (Ct.2.15). 6 – Esperar pelo fruto – O lavrador precisa ser paciente, enquanto cuida da lavoura e aguarda a produção. Antes do fruto, muitas ervas e árvores produzem flores. É o maravilhoso anúncio do resultado final que se aproxima. Depois do surgimento dos frutos ainda é preciso esperar que amadureçam. Enquanto isso, os cuidados aumentam. “Levantemo-nos de manhã para ir às vinhas, vejamos se florescem as vides, se estão abertas as suas flores, e se as romanzeiras já estão em flor” (Ct.7.12a). “Portanto, irmãos, sede pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba as primeiras e as últimas chuvas” (Tg.5.7). 7 – Colher os frutos – Enfim, chega a época da colheita, como recompensa por todo o labor e espera do lavrador. “Aquele que sai chorando, levando a semente para semear, voltará com cânticos de júbilo, trazendo consigo os seus molhos” (Salmo 126.6). Um dos principais elementos que regem a vida do agricultor é o tempo. Ele precisa conhecer as estações do ano e agir de acordo com cada uma delas, plantando, cuidando, esperando e colhendo. Ele não pode inverter a ordem. Não é possível colher sem ter plantado, a não ser que se queira roubar na propriedade alheia. As tarefas agrícolas não podem ser realizadas com muita antecipação nem com atraso. Na época da chuva não é possível preparar o solo nem lançar a semente. O resultado seria um grande lamaçal, com a enxurrada carregando os grãos. Quando chega a época da ceifa, é possível que o lavrador já esteja muito cansado, mas ele não pode relaxar. Adiar a colheita pode significar perda total. “Abundância de mantimento há na lavoura do pobre; mas se perde por falta de juízo” (Pv.13.23). O ciclo da agricultura é comparável à vida de cada um de nós, com muito trabalho, fé em Deus, paciência e produtividade. Salomão comparou a juventude à primavera (Ec.11.10). Nossa existência é dividida em estações, com tempos adequados para cada propósito. Não podemos ignorar tal coisa. Não devemos ser precipitados em nossas realizações, adiantando demais os fatos, nem ser omissos, negligentes ou preguiçosos, deixando de fazer aquilo que deve ser feito no tempo certo. “O que ajunta no verão é filho prudente; mas o que dorme na sega é filho que envergonha” (Pv.10.5). Vejamos alguns exemplos de inversão na ordem natural da vida: Há muitas crianças trabalhando, quando deveriam estudar e brincar. Por outro lado, muitos jovens só querem se divertir, quando deveriam também estudar e trabalhar. Outros antecipam as relações sexuais, a gravidez e a constituição da família, sem que tenham se preparado para isso. Algumas vezes, encontramos pessoas bastante idosas que estão ingressando na faculdade, porque não o fizeram na juventude. Todo tempo é propício à aquisição do conhecimento, mas se isso acontecer muito tarde, o indivíduo não colherá o que está plantando. “Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou” (Ec.3.1-2). Muitos fatos ocorrem por força das circunstâncias, causando desordem na vida. Compreendemos isso. Entretanto, há quem perca seu tempo por outros motivos: preguiça ou negligência. É imprescindível que cada um se conscientize do momento em que está vivendo. Qual é a estação atual? Para muitos de nós, ainda é tempo de semear, tempo de plantar. Não percamos a oportunidade. Quando chega o tempo de colher, e não existe fruto aprazível, o indivíduo começa a murmurar. Acusa Deus, o governo, os pais e a família. Culpa o destino, revolta-se e se desespera. Entretanto, não se recorda de sua negligência na época da semeadura. Existem também aqueles que vivem praticando o mal sem saber que seus atos são sementes. O que fazem hoje lhes será feito amanhã de modo multiplicado. “Falam palavras vãs; juram falsamente, fazendo pactos; por isso brota o juízo como erva peçonhenta nos sulcos dos campos” (Os.10.4). “Lavrastes a impiedade, segastes a iniqüidade, e comestes o fruto da mentira” (Os.10.13). “O que semear a perversidade segará males” (Pv.22.8). “Pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gal.6.7). Além dos estudos e do trabalho, seja natural ou espiritual, semeamos em cada ato, palavra ou gesto para com o próximo. Cada semente, boa ou má, se multiplicará e retornará para nós no tempo da ceifa. Cabe, portanto, a cada um de nós, escolher bem as sementes para que a nossa colheita seja excelente. Façamos hoje o que deve ser feito, pois amanhã pode ser muito tarde. “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido” (Gal.6.9). Queremos colher muito, mas semeamos pouco. Somos econômicos na semeadura e ambiciosos na colheita. Fizemos algo para Deus ou para o próximo e achamos que foi suficiente. Não se acomode. Trabalhe mais. Semeie mais. “Mas digo isto: Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e aquele que semeia em abundância, em abundância também ceifará” (IICo.9.6). “Eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça” (João 15.16). | |||
Anísio Renato de Andrade
Bacharel em Teologia |
"Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória, ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém." Judas 1:24,25
Ouço, recebo, leio, vejo, vivo e compartilho: Textos bíblicos, vídeos, mensagens, testemunhos, reflexões e estudos de vários autores, e muito mais da Palavra de Deus, para a minha e para a sua edificação espiritual...
quarta-feira, 8 de junho de 2011
A LAVOURA E O TEMPO
terça-feira, 7 de junho de 2011
Romanos - capítulo 7
Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive?
Porque a mulher que está sujeita ao marido,
enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está
livre da lei do marido.
De sorte que, vivendo o marido, será chamada
adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da
lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido.
Assim, meus irmãos, também vós estais mortos
para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que
ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus.
Porque, quando estávamos na carne, as paixões
dos pecados, que são pela lei, operavam em nossos membros para darem
fruto para a morte.
Mas agora temos sido libertados da lei, tendo
morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em
novidade de espírito, e não na velhice da letra.
Que diremos pois? É a lei pecado? De modo
nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não
conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.
Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, operou em mim toda a concupiscência; porquanto sem a lei estava morto o pecado.
E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri.
E o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte.
Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou, e por ele me matou.
E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.
Logo tornou-se-me o bom em morte? De modo
nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a
morte pelo bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse
excessivamente maligno.
Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.
Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.
E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.
De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.
Porque eu sei que em mim, isto é, na minha
carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não
consigo realizar o bem.
Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.
Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.
Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.
Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;
Mas vejo nos meus membros outra lei, que
batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do
pecado que está nos meus membros.
Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?
Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso
Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas
com a carne à lei do pecado.
PARA TODOS VOCÊS QUE TEM ME DADO A ALEGRIA DA SUA VISITA...
"Amigo é muito mais
Do que alguém pra conversar
Alguém pra abraçar
Amigo é uma bênção
Que vem do coração de Deus
Pra gente cuidar
É assim que você é pra mim
Como uma pérola que eu mergulhei pra encontrar
É assim que você é pra mim
Um tesouro, que pra sempre
Eu vou guardar
Amiga, eu nunca vou desistir de você
Pela tua vida eu vou interceder
Mesmo que eu esteja longe meu amor vai te encontrar
Porque você
É impossível de esquecer
Eu acredito em você
Eu acredito nos sonhos de Deus pra tua vida
Amiga eu oro por você
Porque a tua vitória também é minha."
Que o Senhor abençoe a cada um poderosamente. Não conheço muitos de vocês que passam por aqui. A maioria, nem ao menos sei quem são. Não conheço suas vidas, sonhos ou necessidades, mas o nosso Deus conhece a cada um e meu desejo é que Ele esteja, "em glória, suprindo cada uma das suas necessidades, em Cristo Jesus."
Muito obrigada por sua visita, e que Deus me conceda o privilégio de poder estar sempre orando pela sua vida, seja você de perto ou de longe, conhecido ou não conhecido. Obrigada pela alegria de saber que você esteve aqui.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Mateus - capítulo 4
Então o Espírito Santo levou Jesus ao deserto para ser tentado pelo
Diabo.
E, depois de passar quarenta dias e quarenta noites sem comer, Jesus
estava com fome.
Então o Diabo chegou perto dele e disse: — Se você é o Filho de Deus,
mande que estas pedras virem pão.
Jesus respondeu: — As Escrituras Sagradas afirmam: “O ser humano não
vive só de pão, mas vive de tudo o que Deus diz.”
Em seguida o Diabo levou Jesus até Jerusalém, a Cidade Santa, e o
colocou no lugar mais alto do Templo.
Então disse: — Se você é o Filho de Deus, jogue-se daqui, pois as
Escrituras Sagradas afirmam: “Deus mandará que os seus anjos cuidem de você. Eles
vão segurá-lo com as suas mãos, para que nem mesmo os seus pés sejam feridos
nas pedras.”
Jesus respondeu: — Mas as Escrituras Sagradas também dizem: “Não ponha à
prova o Senhor, seu Deus.”
Depois o Diabo levou Jesus para um monte muito alto, mostrou-lhe todos
os reinos do mundo e as suas grandezas
e disse: — Eu lhe darei tudo isso se você se ajoelhar e me adorar.
Jesus respondeu: — Vá embora, Satanás! As Escrituras Sagradas afirmam:
“Adore o Senhor, seu Deus, e sirva somente a ele.”
Então o Diabo foi embora, e vieram anjos e cuidaram de Jesus.
Quando Jesus soube que João tinha sido preso, foi para a região da
Galiléia.
Não ficou em Nazaré, mas foi morar na cidade de Cafarnaum, na beira do
lago da Galiléia, nas regiões de Zebulom e Naftali.
Isso aconteceu para se cumprir o que o profeta Isaías tinha dito:
“Terra de Zebulom e terra de
Naftali, na direção do mar, do outro lado do rio Jordão, Galiléia, onde moram
os pagãos!
O povo que vive na escuridão verá uma forte luz! E a luz brilhará sobre
os que vivem na região escura da morte!”
Daí em diante Jesus começou a anunciar a sua mensagem. Ele dizia: —
Arrependam-se dos seus pecados porque o Reino do Céu está perto!
Jesus estava andando pela beira do lago da Galiléia quando viu dois
irmãos que eram pescadores: Simão, também chamado de Pedro, e André. Eles
estavam no lago, pescando com redes.
Jesus lhes disse: — Venham comigo, que eu ensinarei vocês a pescar
gente.
Então eles largaram logo as redes e foram com Jesus.
Um pouco mais adiante Jesus viu outros dois irmãos, Tiago e João, filhos
de Zebedeu. Eles estavam no barco junto com o pai, consertando as redes. Jesus
chamou os dois,
e, no mesmo instante, eles deixaram o pai e o barco e foram com ele.
Jesus andou por toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, anunciando a
boa notícia do Reino e curando as enfermidades e as doenças graves do povo.
As notícias a respeito dele se espalharam por toda a região da Síria.
Por isso o povo levava a Jesus pessoas que sofriam de várias doenças e de todos
os tipos de males, isto é, epiléticos, paralíticos e pessoas dominadas por
demônios; e ele curava todos.
Grandes multidões o seguiam; eram gente da
Galiléia, das Dez Cidades, de Jerusalém, da Judéia e das regiões que ficam no
lado leste do rio Jordão.
Como é o Chamado de Deus?
Nossa conversão é produto da "graça
eficaz", como escreveu Spurgeon. Houve um chamado, e pronto. Deus chama
por múltiplas formas, de várias maneiras. Ele apenas nos chama; e nós
respondemos "que queres que eu faça, Senhor?", como bem disse Saulo,
o exterminador de irmãos, naquele encontro fantástico, no caminho de
Damasco. Não nos chama por nossos méritos; por nossas obras. Graça é favor imerecido.
Só o Cristianismo conhece, ensina e vive essa doutrina.
Como
Lázaro, o pecado nos havia colocado em estado de putrefação; estávamos
podres, desgraçadamente perdidos e condenados ao inferno. Em determinado momento, Ele disse: Vem cá
fora, Airton, José Pedro, Maria. E saímos das trevas para a luz.
É
evidente que por determinado tempo conservamos alguns trapos da roupagem do pecado, quais algemas invisíveis. Alguns conseguem livrar-se rapidamente dos velhos
trapos; outros, com alguma demora. Daí porque vivemos momentos de conflito
interior, com maior ou menor intensidade. O Apóstolo Paulo muito bem falou
sobre essa luta, ao dizer que não sabia o homem que era, pois o bem que
gostaria de fazer, não fazia; e o mal, por ele mesmo rejeitado, fazia.
Como no lusco-fusco, em que não é dia nem
noite, passamos todos por esse estado de transição. Alguns não conseguem
completar a travessia, e sucumbem; voltam à caverna tenebrosa. Por algum
tempo ficam olhando desconfiados e temerosos; mais claudicantes do que
desconfiados. Talvez a imagem de Josué contemplando a terra do leite e mel seja
uma boa ilustração. O Senhor mandou que ele passasse o Jordão e seguisse em frente. Os vencedores
não ficam “coxeando entre dois pensamentos”;
marcham resolutos como predestinados à vida eterna. Nós passamos o Jordão. Vencemos. Estamos
vencendo. Glória a Deus!
domingo, 5 de junho de 2011
Salmos 118

Louvai ao SENHOR, porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre.
Diga agora Israel que a sua benignidade dura para
sempre.
Diga agora a casa de Arão que a sua benignidade dura para
sempre.
Digam agora os que temem ao SENHOR que a sua benignidade
dura para sempre.
Invoquei o SENHOR na angústia; o SENHOR me ouviu, e me
tirou para um lugar largo.
O SENHOR está comigo; não temerei o que me pode fazer o
homem.
O SENHOR está comigo entre aqueles que me ajudam; por
isso verei cumprido o meu desejo sobre os que me odeiam.
É melhor confiar no SENHOR do que confiar no homem.
É melhor confiar no SENHOR do que confiar nos
príncipes.
Todas as nações me cercaram, mas no nome do SENHOR as
despedaçarei.
Cercaram-me, e tornaram a cercar-me; mas no nome do
SENHOR eu as despedaçarei.
Cercaram-me como abelhas; porém apagaram-se como o fogo
de espinhos; pois no nome do SENHOR as despedaçarei.
Com força me impeliste para me fazeres cair, porém o
SENHOR me ajudou.
O SENHOR é a minha força e o meu cântico; e se fez a
minha salvação.
Nas tendas dos justos há voz de júbilo e de salvação; a
destra do SENHOR faz proezas.
A destra do SENHOR se exalta; a destra do SENHOR faz
proezas.
Não morrerei, mas viverei; e contarei as obras do
SENHOR.
O SENHOR me castigou muito, mas não me entregou à
morte.
Abri-me as portas da justiça; entrarei por elas, e
louvarei ao SENHOR.
Esta é a porta do SENHOR, pela qual os justos
entrarão.
Louvar-te-ei, pois me escutas-te, e te fizeste a minha
salvação.
A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se a
cabeça da esquina.
Da parte do SENHOR se fez isto; maravilhoso é aos nossos
olhos.
Este é o dia que fez o SENHOR; regozijemo-nos, e
alegremo-nos nele.
Salva-nos, agora, te pedimos, ó SENHOR; ó SENHOR, te
pedimos, prospera-nos.
Bendito aquele que vem em nome do SENHOR; nós vos
bendizemos desde a casa do SENHOR.
Deus é o SENHOR que nos mostrou a luz; atai o sacrifício
{da festa}) com cordas, até às pontas do altar.
Tu és o meu Deus, e eu te louvarei; tu és o meu Deus, e
eu te exaltarei.
Louvai ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua
benignidade dura para sempre.
MUITO A AGRADECER
Talvez Daniel Defoe nos tenha dado um bom ensinamento através de seu personagem Robinson Crusoe.
A primeira coisa que Crusoe fez quando se viu
em uma ilha deserta, foi criar uma lista.
Em um lado da lista ele escreveu todos os seus
problemas.
No outro lado da lista ele escreveu todas as
suas bênçãos.
Em um lado ele escreveu: eu não tenho roupa
alguma.
No outro lado ele escreveu: mas o tempo está
quente e eu não preciso de roupa.
No primeiro lado ele escreveu: todos os
mantimentos foram perdidos.
No outro lado ele escreveu: mas existem muitas
frutas frescas e água na ilha.
E assim ele foi preenchendo a lista em ambos os
lados.
Ao preencher sua lista Crusoe descobriu que
para cada aspecto negativo de sua
situação havia outro positivo pelo qual deveria ser grato.
situação havia outro positivo pelo qual deveria ser grato.
É possível que nos sintamos em uma ilha de
desespero.
Talvez seja o momento de criar também a nossa
lista de bênçãos.
Há quanto tempo não paramos para agradecer a
Deus pelos muitos benefícios que temos recebido?
Muitos são os momentos de lutas e aflições que enfrentamos aqui neste mundo.
Muitos são os momentos de lutas e aflições que enfrentamos aqui neste mundo.
Sentimo-nos abatidos, por vezes derrotados, e
não são raras as vezes em que questionamos tais situações.
Porém, os momentos de adversidades são
diminutos se os compararmos às bênçãos que a
todo o momento recebemos do nosso Salvador Jesus Cristo.
E se nos queixamos dos problemas, por que não
agradecermos as maravilhas que
Deus opera, alegrando sobremaneira o nosso coração?
Enfatizamos muito mais as nossas lamentações do que o regozijo que na maior parte do tempo experimentamos.
Deus opera, alegrando sobremaneira o nosso coração?
Enfatizamos muito mais as nossas lamentações do que o regozijo que na maior parte do tempo experimentamos.
E se estivermos atentos à direção do Espírito
de Deus, compreenderemos o que o Senhor faz em nossas vidas e a gratidão
encherá a nossa alma tanto nos momentos de vitórias como nos momentos de
fracassos.
Ambos foram permitidos por Deus e têm por
finalidade a nossa edificação
espiritual.
espiritual.
Tanto os momentos ruins como os bons nos
preparam para grandes conquistas e a felicidade eterna.
Recebido por e-mail
De um amigo e colaborador muito especial
sábado, 4 de junho de 2011
TESTEMUNHANDO A FIDELIDADE DE DEUS
"""Louvai ao SENHOR, porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre." (Salmo 118.1)
Numa tarde de sábado, dia 26 de junho de 2004, saímos, um grupo de mulheres, duas a duas, pelas ruas próximas á nossa igreja, para
um trabalho de evangelização organizado pela SAF.
Ao terminarmos, eu e Esther, a irmã com quem estava, decidimos
ir à casa de outra irmã, Consuelo, onde
aconteceria uma reunião de oração. Ao chegarmos, a reunião já havia começado e a missionária orava pelas pessoas presentes. Para não atrapalhar o que já estava em andamento, paramos logo próximo à porta de entrada onde eu me coloquei atrás do sofá que
ali havia. Tinha na mão as chaves da casa em que morávamos
nessa época, e coloquei o chaveiro no braço do sofá, pra ficar com as mãos
livres durante a reunião. No mesmo momento em que coloquei o
chaveiro ali, a missionária veio até mim, pegou-o e colocando-o de
volta na minha mão, fechou-a e me disse: “O Senhor manda eu lhe dizer que neste
momento Ele coloca uma chave em suas mãos.” Sei que poderia haver outros significados para o que ela me disse, mas o que veio nitidamente ao meu coração naquele mesmo instante foi a certeza de que o Senhor estava me prometendo uma casa. Naquele tempo esse era um sonho humanamente
impossível de ser realizado, devido a situações e problemas que
vivíamos, os quais muitos pessoas conhecem em parte, e que para os quais parecia não haver solução. Nessa mesma época, a administração municipal adquiriu e loteou uma área para construção de casas populares para os funcionários públicos do município que deveriam se inscrever e passar por uma avaliação de seu perfil social. Só teriam direito a aquisição da moradia aqueles que preenchessem os requisitos
previamente estabelecidos. Meu marido inscreveu-se no dia em que as inscrições estavam se encerrando, incentivado pela pessoa que era seu chefe imediato, na época. Depois disso houve pelo menos três ocasiões em que esteve para ser excluído da lista de candidatos,
mas no meu coração eu guardava a certeza de que a promessa era de Deus, e sendo de Deus, se cumpriria a seu tempo. Quando ele chegava em casa e dizia que seu nome sairia da lista e que haviam lhe aconselhado a procurar esta ou aquela pessoa influente para interferir na situação eu sempre lhe dizia para não procurar ninguém, porque se era ali o que Deus tinha prometido, nada e nem ninguém iria impedir. E Deus
sempre revertia a situação a nosso favor. O tempo passou, muitas
coisas aconteceram e muitas coisas o Senhor fez em nossas vidas, mas continuamos sem as condições para aquisição da casa própria. O conjunto
habitacional começou a ser construído, as casas foram sendo erguidas lentamente,
e nós esperando confiantes de que o Senhor estava cuidando de tudo e
providenciando cada detalhe...Quando vimos as casas pela primeira vez, percebemos quantas melhorias precisariam ser feitas antes de ocupá-las. Ou seja precisaríamos gastar um dinheiro que não tínhamos. Meu marido há mais de 10 anos vinha aguardando a solução de
uma causa na justiça. Como esses desfechos são sempre muito demorados, a situação gerava eta ansiedade, principalmente entre familiares que esperavam nos ver com o problema resolvido, ma eu Carlos, meu marido, dizíamos sempre que as coisas se resolveriam e no tempo de Deus, e que seria justamete quando nossa casa fosse entregue. O Senhor honrou nossa fé, e acima de tudo a Sua promessa, feita naquela reunião de oração. Exatamente 1 dia antes da entrega das chaves o valor referente ao ganho da causa foi depositado e no dia 03 de junho de 2011, para a glória de Deus, fomos
receber as chaves e conhecer a nossa casa, aquela que o Senhor nos prometeu em
26 de junho de 2004. As fotos do início deste post são das nossas chaves e da nossa casa. No momento da entrega os inscritos eram chamados um a um, por ordem alfabética, para escolher entre as áris chaves que estavam em uma bandeja. Carlos quiz que eu fosse escolher a nossa e fui confiante de que a ela já estava escolhida por Deus. À medida que cada um pegava suas chaves saía ansioso á procura da casa identificada na etiqueta. A nossa estava logo ali, próxima ao local da entrega, e a localização não poderia ser melhor. Em nome de Jesus, brevemente estaremos lá, rendendo graças,
louvando e glorificando aquele que é fiel, que vive e reina para sempre.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Jó - capítulo 42.
Então respondeu Jó ao SENHOR, dizendo:
Bem sei eu
que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido.
Quem é este,
que sem conhecimento encobre o conselho? Por isso relatei o que não entendia;
coisas que para mim eram inescrutáveis, e que eu não entendia.
Escuta-me, pois, e eu falarei; eu te perguntarei, e
tu me ensinarás.
Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te
vêem os meus olhos.
Por isso me abomino e me arrependo no pó e na
cinza.
Sucedeu que, acabando o SENHOR de falar a Jó aquelas palavras, o SENHOR disse a Elifaz,
o temanita: A minha ira se acendeu contra ti, e contra os teus dois amigos,
porque não falastes de mim o que era reto, como o meu servo Jó.
Tomai, pois,
sete bezerros e sete carneiros, e ide ao meu servo Jó, e oferecei holocaustos por vós, e o meu servo Jó orará por vós; porque deveras a ele aceitarei, para que eu
não vos trate conforme a vossa loucura; porque vós não falastes de mim o que
era reto como o meu servo Jó.
Então foram Elifaz,
o temanita, e Bildade, o suíta, e Zofar, o naamatita, e fizeram como o SENHOR
lhes dissera; e o SENHOR aceitou a face de Jó.
E o SENHOR virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos; e o SENHOR acrescentou, em
dobro, a tudo quanto Jó antes possuía.
Então vieram
a ele todos os seus irmãos, e todas as suas irmãs, e todos quantos dantes o
conheceram, e comeram com ele pão em sua casa, e se condoeram dele, e o
consolaram acerca de todo o mal que o SENHOR lhe havia enviado; e cada um deles
lhe deu uma peça de dinheiro, e um pendente de ouro.
E assim
abençoou o SENHOR o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois teve catorze mil ovelhas, e
seis mil camelos, e mil juntas de bois, e mil jumentas.
Também teve sete filhos e três filhas.
E chamou o
nome da primeira Jemima, e o nome da segunda Quezia, e o nome da terceira
Quéren-Hapuque.
E em toda a terra não se acharam mulheres tão
formosas como as filhas de Jó; e seu pai lhes deu herança entre seus irmãos.
E depois disto viveu Jó cento e quarenta anos; e viu a seus filhos, e aos filhos de
seus filhos, até à quarta geração.
Então morreu Jó, velho e farto de dias.
“Deixe Deus ser Deus”
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Ele sabe
o que é melhor para os Seus filhos...
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Há algum tempo ouvi um pastor mencionar em sua pregação a seguinte frase: “Irmãos, vocês precisam deixar Deus ser Deus! Parem de limitar o Seu poder!”. Pensei ‘com os meus botões’: “Como assim deixar Deus ser Deus?”, na ocasião o pastor respaldava a sua mensagem na passagem referente à “Cura de um lunático” (Mt. 17.14-21). Após explicar todo o contexto, ele mencionou esta frase. Aquelas palavras ficaram gravadas em minha mente. Lembro-me disso como se fosse hoje. E não foi difícil compreender a mensagem que Deus estava transmitindo ao Seu povo por meio do pastor. Para mim algo que ficou bem claro, foi que eu não deveria limitar, restringir o poder de Deus em minha vida (em todas as áreas), pois para isso está escrito: Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente além daquilo que pedimos ou pensamos (Efésios 3.20). Ele pode fazer mais, mais, muito mais por cada um de nós. Nesse dia pude compreender o quanto eu estava acostumada a limitar o poder do nosso amado Senhor. E até mesmo a querer “ensiná-Lo” como e o que fazer. Você pode perguntar: “Mas como posso limitar o poder de Deus?”. Isto é simples. Um bom exemplo é quando você duvida que Ele possa fazer o impossível por você. Existem pessoas que oram e buscam por alguma coisa, porém em seus corações já assinalaram a marca da incerteza. Oram e pedem, mas ao mesmo tempo não acreditam no que Ele é capaz de fazer. O que acontece, muitas vezes, é que quando pedimos algo para Deus, de imediato começamos a dizer como Ele poderia fazer para nos dar a bênção que tanto almejamos. Não foi uma, nem duas vezes que já me pequei orando assim: “Senhor me envia o que tenho Lhe pedido... O Senhor poderia fazer desta forma, ou então dessa... e dessa...”. É como se eu tivesse explicando que caminho Ele deveria tomar para me abençoar. Sem perceber, eu falava para Deus exatamente o que o meu EU achava ser interessante. Quando na verdade, bastava simplesmente pedir. Como e quando essa bênção viria não caberia a mim, mas a Deus fazer a Sua vontade. Foi aí que entendi a extensão do que é “deixar Deus ser Deus”. Devemos pedir-lhe as bênçãos. Podemos até mesmo especificar como as queremos, entretanto, não devemos Lhe impor condições ou até mesmo tentar “ensinar-Lhe” qual a melhor direção tomar. Sendo Deus, Ele sabe o que é melhor para os Seus filhos. Se acaso Ele não lhe der o que você está pedindo, pode ter certeza que o pior Ele não lhe dará, ao contrário, Ele dará sempre o melhor. Ana Paula Costa
lagoinha.com
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
LETRA - OFERTA AGRADÁVEL A TI - CASSIANE
"A tua palavra escondi guardada no meu coração
Pra eu não pecar contra Ti, Senhor
A Tua palavra escondi
Minhas vestes no sangue lavei
E das Tuas águas bebi
Pra ser uma oferta agradável a Ti
Minha vida a Ti consagrei
Meus dons e talentos são pra Ti servir
Meus dons preciosos são Teus
Não vejo razão na minha vida sem Ti
Tu és meu Senhor e meu Deus
Assim como o fogo refina o ouro
Vem Tua obra em mim completar
Até que o mundo possa ver
Tua glória em meu rosto brilhar"
Filipenses – capíulo 4
Evódia e Síntique, peço, por favor,
que procurem viver bem uma com a outra, como irmãs na fé.
E a você, meu fiel companheiro de
trabalho, peço que ajude essas duas irmãs. Pois elas, junto com Clemente e
todos os outros meus companheiros, trabalharam muito para espalhar o evangelho.
Os nomes deles estão no Livro da Vida, que pertence a Deus.
Tenham sempre alegria, unidos com o
Senhor! Repito: tenham alegria!
Sejam amáveis com todos. O Senhor
virá logo.
Não se preocupem com nada, mas em
todas as orações peçam a Deus o que vocês precisam e orem sempre com o coração
agradecido.
E a paz de Deus, que ninguém consegue
entender, guardará o coração e a mente de vocês, pois vocês estão unidos com
Cristo Jesus.
Por último, meus irmãos, encham a mente de
vocês com tudo o que é bom e merece elogios, isto é, tudo o que é verdadeiro,
digno, correto, puro, agradável e decente.
Ponham em prática o que vocês
receberam e aprenderam de mim, tanto com as minhas palavras como com as minhas
ações. E o Deus que nos dá a paz estará com vocês.
Na minha vida em união com o Senhor,
fiquei muito alegre porque vocês mostraram de novo o cuidado que têm por mim.
Não quero dizer que vocês tivessem deixado de cuidar de mim; é que não tiveram
oportunidade de mostrar esse cuidado.
Não estou dizendo isso por me sentir
abandonado, pois aprendi a estar satisfeito com o que tenho.
Sei o que é estar necessitado e sei
também o que é ter mais do que é preciso. Aprendi o segredo de me sentir
contente em todo lugar e em qualquer situação, quer esteja alimentado ou com
fome, quer tenha muito ou tenha pouco.
Com a força que Cristo me dá, posso
enfrentar qualquer situação.
Mesmo assim vocês fizeram bem em me
ajudar nas minhas aflições.
Vocês, filipenses, sabem muito bem
que, quando eu saí da província da Macedônia, nos primeiros tempos em que
anunciei o evangelho, a igreja de vocês foi a única que me ajudou. Vocês foram
os únicos que participaram dos meus lucros e dos meus prejuízos.
Em Tessalônica, mais de uma vez
precisei de auxílio, e vocês o enviaram.
Não é que eu só pense em receber
ajuda. Pelo contrário, quero ver mais lucros acrescentados à conta de vocês.
Aqui está o meu recibo de tudo o que
vocês me enviaram e que foi mais do que o necessário. Tenho tudo o que preciso,
especialmente agora que Epafrodito me trouxe as coisas que vocês mandaram, as
quais são como um perfume suave oferecido a Deus, um sacrifício que ele aceita
e que lhe agrada.
E o meu Deus, de acordo com as
gloriosas riquezas que ele tem para oferecer por meio de Cristo Jesus, lhes
dará tudo o que vocês precisam.
Ao Deus e Pai seja
dada glória para todo o sempre! Amém!
O ESPÍRITO DO CONTENTAMENTO
Há
alguns anos, recebi de um amigo uma preciosa lição sobre o contentamento. Nosso
primeiro contato não foi nada agradável. Ele estava numa cama fazia treze anos,
sem condições de fazer qualquer movimento. A esposa tinha que fazer tudo por
ele. Numa das visitas, perguntei-lhe como conseguia suportar tal condição.
Disse-me: "O Senhor tem sido bom para mim. Deu-me o espírito do
contentamento. Nos primeiros anos de minha imobilidade, eu vivia todo o tempo
amargurado e me perguntava: ´Por que logo eu?´ Agora, porém, minha pergunta é:
`Por que não eu?´" Citou então as palavras do apóstolo Paulo:
"Aprendi a estar satisfeito."
Uma senhora de nossa igreja está em condições semelhantes, nunca, porém, ouvi de sua boca a menor reclamação ou revolta. É, pelo contrário, uma mulher alegre, que dá real testemunho de sua fé. Mesmo os cristãos mais fiéis podem passar por provações. Viver contente diante das limitações e da escassez não é uma virtude automática na vida dos filhos de Deus. O próprio apóstolo Paulo teve de aprender essa lição, depois de passar por muitos sofrimentos. E esse contentamento não vem pela nossa vontade. Ele é um dom de Deus, é uma prova da graça divina se manifestando em nossa vida.
Pense:
Contentamento não é conformismo, mas ser grato e feliz com o que se tem, enquanto se luta por melhores dias.
Ore:
Senhor, tua graça é maior que a vida, que os bens materiais, que a fartura e que os desejos, nem sempre tão nobres. Que possamos dizer sinceramente que, mesmo nos tempos difíceis, a tua graça nos basta. Amém.
Uma senhora de nossa igreja está em condições semelhantes, nunca, porém, ouvi de sua boca a menor reclamação ou revolta. É, pelo contrário, uma mulher alegre, que dá real testemunho de sua fé. Mesmo os cristãos mais fiéis podem passar por provações. Viver contente diante das limitações e da escassez não é uma virtude automática na vida dos filhos de Deus. O próprio apóstolo Paulo teve de aprender essa lição, depois de passar por muitos sofrimentos. E esse contentamento não vem pela nossa vontade. Ele é um dom de Deus, é uma prova da graça divina se manifestando em nossa vida.
Pense:
Contentamento não é conformismo, mas ser grato e feliz com o que se tem, enquanto se luta por melhores dias.
Ore:
Senhor, tua graça é maior que a vida, que os bens materiais, que a fartura e que os desejos, nem sempre tão nobres. Que possamos dizer sinceramente que, mesmo nos tempos difíceis, a tua graça nos basta. Amém.
RECEBIDO POR EMAIL.
(pelo estilo da mensagem, acredito que seja do LUZ PARA O CAMINHO)
quarta-feira, 1 de junho de 2011
O Sol Voltará A Brilhar
(Marcos. 5:36) - Não temas, crê somente.
Há muitos anos
atrás, um jovem vendedor de jornais,
magro e com as roupas encharcadas pela chuva, continuava trabalhando mesmo
sentindo calafrios naquele dia de inverno.
Primeiro ele
descalçava um dos pés e o comprimia junto à outra perna tentando conseguir um
pouco de calor.
Depois fazia o
mesmo com o outro pé.
A todo o momento ele gritava de forma estridente:
"Jornal matutino! Jornal matutino!"
Um homem que
passava perto dele e estava bem protegido por seu casaco e guarda-chuva, parou
para comprar o jornal e notando o desconforto do menino, disse: "Este
tempo é muito ruim para você, não é?"
Olhando para
cima, o menino fitou o homem e, com um sorriso, respondeu: Eu não me importo
muito, senhor. O sol brilhará novamente.
Que belo quadro da vida cristã!
Que belo quadro da vida cristã!
Os ventos
gelados das adversidades e os céus cinzentos de um ambiente pecador podem
facilmente nos desencorajar.
Mas podemos
contar sempre com dias melhores porque sabemos que Deus está trabalhando em
nossas vidas.
Talvez estejamos enfrentando o mau tempo das crises e decepções.
Talvez estejamos enfrentando o mau tempo das crises e decepções.
As vestes de
nossa fé estão frias e não sentimos nenhuma motivação para persistir na busca
de nossos sonhos.
Todas as
circunstâncias sussurram em nossos ouvidos espirituais: "Não há solução...
Desista".
Mas nós somos
filhos de Deus e não podemos ser dirigidos pela situação momentânea.
Aprendemos,
desde que Jesus veio morar em nosso coração, que há um Deus que nos ama e que
nos ajuda mesmo quando a desesperança se apresenta atrevida em nosso caminho.
Ela será sempre
derrotada porque maior é Aquele que está em nós. Mais cedo ou mais tarde a
vitória virá.
Se os ventos contra nós são fortes, logo haverá bonança.
Se os ventos contra nós são fortes, logo haverá bonança.
Se a tristeza
nos invade a alma, logo nosso coração estará regozijando de alegria.
Se as chuvas das
decepções estiverem molhando as nossas aspirações, logo voltará a brilhar o sol
das incontáveis bênçãos do Senhor.
Genesis - capítulo 1
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No começo Deus criou
os céus e a terra.
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Então Deus disse: - Que haja luz! E a luz começou
a existir.
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Deus
viu que a luz era boa e a separou da escuridão.
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Deus
pôs na luz o nome de
"dia" e na escuridão pôs o nome de "noite". A noite
passou, e veio a manhã. Esse foi o primeiro dia.
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Então
Deus disse: - Que haja no meio da água uma divisão para separá-la em duas
partes!
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E
assim aconteceu. Deus fez uma divisão que separou a água em duas partes: uma
parte ficou do lado de baixo da
divisão, e a outra parte ficou do lado de cima.
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Nessa
divisão Deus pôs o nome de "céu". A noite passou, e veio a manhã.
Esse foi o segundo dia.
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Deus pôs na parte seca o
nome de "terra" e nas águas que se haviam ajuntado ele pôs o nome de "mares". E Deus
viu que o que havia feito era bom.
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A CONVERSÃO DE ZAQUEU

Passando por Jericó, Jesus foi seguido por uma grande multidão (Lc.19.1). Naquela cidade morava Zaqueu, chefe dos publicanos, que eram os coletores de impostos para o governo romano. Se um cobrador ou fiscal de tributos já é mal visto pelos contribuintes, quanto mais aqueles que recolhiam o dinheiro de seus concidadãos para entregá-lo ao dominador estrangeiro. Se um publicano já era rejeitado pela comunidade, quanto maior ódio se manifestava contra o chefe da coletoria. Zaqueu queria ver Jesus, mas sua pequena estatura colocava-o em desvantagem diante da multidão. Mesmo saltando, talvez não conseguisse vê-lo. Se entrasse no meio do povo, corria o risco de ser pisoteado, principalmente sendo o “inimigo público número um”. Teve, então, a ótima idéia de correr na frente de todos e subir numa figueira brava.
Podemos comparar a estatura de Zaqueu às nossas limitações pessoais. Talvez tenhamos bons desejos, boas intenções, mas estamos limitados e impedidos de realizá-los. Muitos querem conhecer Jesus e servir a Deus, mas não estão à altura do padrão divino. Então, buscam recursos naturais ou humanos para superar seus próprios limites.
Zaqueu tinha uma alta posição pública, mas era fisicamente pequeno. Talvez sejamos grandes aos olhos das outras pessoas, mas intimamente sabemos quão pequenos somos, quão carentes e dependentes de Deus. Zaqueu tinha autoridade, riqueza e títulos, mas era falho em seu caráter.
Aquele homem não estava enfermo, endemoninhado, desempregado, nem tinha problema financeiro. Ele não se encontrava em nenhuma das situações que normalmente levam as pessoas a procurarem Jesus. Contudo, ele precisava ser salvo. Todos precisam de Cristo, não apenas para resolver problemas imediatos, físicos ou financeiros, mas o problema da alma, que é o pecado, a separação de Deus e a perdição eterna.
A árvore não resolveria o problema de Zaqueu. Ele veria Jesus apenas de longe. Não poderia tocá-lo, segui-lo, nem conversar com ele. Muitas pessoas imaginam que, por sua própria capacidade e esforço, possam conhecer Jesus ou agradá-lo. Quantos imaginam que a religiosidade ou as boas obras possam aproximá-los de Deus. De cima da árvore, Zaqueu viu Jesus, mas nada lhe restava a não ser observá-lo se afastando até desaparecer.
Entretanto, Jesus olhou para cima e viu aquele homem. Jesus está em busca do ser humano, mais do que nós possamos buscá-lo. O Mestre se importa e toma a iniciativa. Ele se mostrou interessado em se comunicar com Zaqueu. Ele não apenas viu o chefe dos publicanos, mas lhe dirigiu a palavra. Jesus o conhecia, sabia seu nome, e falou com ele, dizendo: “Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa”. Cristo superou todas as expectativas daquele homem, deixando-o surpreso e maravilhado. Assim ele faz conosco.
Zaqueu recebeu uma ordem de Jesus e obedeceu imediatamente. Ele tinha que descer daquela árvore e encarar a realidade. Ele podia parecer um homem alto, superior a todos, enquanto estivesse lá em cima, mas precisava descer e sentir-se pequeno novamente.
Quase ninguém estaria disposto a visitar um publicano. Seria como entrar na casa de um político corrupto. O visitante passa a ser suspeito também. Entretanto, Jesus rompeu as barreiras do preconceito ao se hospedar naquela casa. Ele não queria apenas um contato casual na rua, mas uma comunhão mais íntima no aconchego do lar. Jesus quer ser nosso amigo íntimo e não apenas que o encontremos no meio da multidão. Ele está em nossa casa ou só o encontramos nas reuniões públicas?
Jesus queria entrar na casa de Zaqueu, mas ele nunca o faria sem o devido consentimento. Então, Zaqueu o recebeu com alegria. Receber Jesus ou rejeitá-lo é uma decisão que cada pessoa deve tomar. Ele foi recebido, não apenas no lar, mas no coração daquele homem. Percebemos isso pelo regozijo daquele publicano.
Naquele momento, Zaqueu se converteu. Como sabemos disso? Por causa das suas decisões e das ações que executaria. Ele resolveu dar metade dos seus bens aos pobres e devolver quadruplicado o que havia extorquido. Houve mudança de mente, de valores, de propósito, de vida. Isto é arrependimento e conversão. O homem comum só pensa em receber. O convertido pensa em dar e em devolver o que pertence a outrem. Se alguém conhece Jesus, mas continua sendo desonesto, explorador do próximo, mentiroso, corrupto, então não houve conversão. Converter é mudar. Se não houve mudança de direção na vida, então a pessoa continua andando para o inferno, apesar de ter visto Jesus no meio do caminho. Jesus entrou na casa de Zaqueu e toda a sua família pôde conhecê-lo. Cristo quer alcançar as famílias, abençoar os lares e restaurar os casamentos. Disse então Jesus: “Hoje veio a salvação a esta casa, porquanto também este é filho de Abraão” (Lc.19.9).
Zaqueu era rejeitado e excluído pelo povo, mas Jesus o incluiu no seu plano de salvação, ao dizer: “também este”. Da mesma forma, Ele inclui e considera a cada um de nós como pessoas importantes diante do Pai celestial. Certamente, ninguém acreditava que Zaqueu pudesse se converter, mas Jesus acreditava. Ainda que todos nos rejeitem, Deus nos recebe. Ele acredita em nós e quer nos transformar em cidadãos do reino dos céus.
Zaqueu não merecia ver Jesus, muito menos ouvir a sua voz, receber a sua visita e ser salvo. Nenhum de nós merece as dádivas de Deus, mas ele no-las dá por sua infinita graça.
O povo que ficou do lado de fora começou a murmurar pelo fato de Jesus ter se hospedado na casa de um pecador. Até parece que os outros que ali estavam não eram pecadores. Quando apontamos o outro como pecador, esquecemos de olhar para os nossos próprios erros. Se não os reconhecemos, não arrependemos e não somos perdoados. Zaqueu não acusou ninguém, mas reconheceu seu próprio pecado e resolveu mudar.
Certamente, havia ali muitos religiosos que se consideravam superiores. Achavam que estavam perto de Deus. Contudo, tinham atitudes contrárias a Jesus, resistindo suas palavras e questionando suas ações. Por isso Jesus disse que os publicanos e meretrizes entrariam no reino de Deus antes dos religiosos (Mt.21.31).
Aquele era um dia especial. Jesus estava ali e um pecador se arrependeu. Entretanto, aquele povo não se alegrou com isso, e ainda murmurou contra Jesus porque ele não se comportava de acordo com os preconceitos vigentes (Lc.19.7). Precisamos tomar cuidado para não termos atitudes erradas diante dos atos de Deus. Não podemos ser murmuradores, mas adoradores, reconhecendo as maravilhas que Jesus tem feito.
“Hoje veio a salvação a esta casa”. Zaqueu foi salvo e, talvez, toda a sua família também tenha sido. A salvação é o principal propósito do evangelho (Rm.1.16). Jesus veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lc.19.10). Seu propósito não é dar riqueza a ninguém. Os valores do evangelho são espirituais e eternos. Não podemos reduzi-los a uma visão materialista e temporária. Zaqueu foi salvo, mas os murmuradores não foram. Nenhum deles convidou Jesus para entrar em sua casa ou em seu coração.
Hoje, Jesus fala a cada um, chamando pelo nome. Ele nos manda descer do nosso orgulho e recebê-lo com alegria. Convide-o para entrar em sua casa, em sua vida. Seja transformado. Seja salvo.
“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” (Ap.3.20).
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Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.
Professor do Steb - Seminário Teológico Evangélico do Brasil
e do Sebemge - Seminário Batista do Estado de Minas Gerais
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